Qual time é o mais vitorioso na história do vôlei brasileiro? E qual a equipe mais popular?

Para te ajudar a saber as respostas para essas perguntas, nós contaremos, a seguir, detalhes sobre todos os times que disputam a Superliga de Vôlei. Tanto aqueles que jogam a competição feminina quanta a masculina!

Conheça agora quem são os times de vôlei que se enfrentam em busca do título da principal liga do Brasil!

Times de vôlei da Superliga Feminina

  • Dentil Praia Clube (MG)
  • Sesc-RJ/Flamengo
  • Gerdau Minas (MG)
  • São Cristovão Saúde – Osasco (SP)
  • Sesi Vôlei Bauru (SP)
  • Fluminense (RJ)
  • Esporte Clube Pinheiros (SP)
  • Barueri (SP)
  • São Caetano (SP)
  • Brasília Vôlei (DF)
  • Unilife Maringá (PR)
  • Abel Moda Vôlei (SC)

Ao longo de 29 anos de história da Superliga, vários times de vôlei do Brasil se destacaram e brigaram pelos títulos nacionais. Atualmente, 12 equipes disputam a Série A do voleibol feminino — há ainda mais duas divisões da Superliga Feminina.

Confira, a seguir, quais equipes entraram na disputa pelo título da temporada 2023/2024.

Dentil/Praia Clube (MG)

O Praia Clube é uma equipe de voleibol de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, que disputa a Superliga Feminina desde 2008.

Nas últimas temporadas, o Praia se tornou uma das grandes potências do vôlei brasileiro, com o vice-campeonato da Superliga Feminina em 2015/2016 e 2018/2019 e o título nacional em 2017/2018 e 2022/2023.

A equipe de Uberlândia ainda foi vice-campeã da Copa do Brasil de vôlei feminino em 2016, 2018, 2019, 2020, 2021 e 2023.

  • Ginásio: Praia Clube (Uberlândia-MG)
  • Títulos da Superliga Feminina: 2 (2017/2018 e 2022/2023)

Sesc-RJ/Flamengo

O Sesc-RJ é a equipe mais vitoriosa da história da Superliga Feminina de vôlei. Porém, a equipe não nasceu com esse nome, tampouco teve o Rio de Janeiro como sua primeira sede.

O projeto que hoje é o Sesc-RJ começou como Rexona, em Curitiba. Posteriormente, a equipe passou a ser Unilever e voltou a ser nomeada Rexona-Ades, até passar a ser o Sesc-RJ.

Em meio às mudanças de nome e a troca do Paraná pelo Rio de Janeiro, o time liderado pelo técnico Bernardinho foi campeão brasileiro 12 vezes.

Na temporada 2018/2019, pela primeira vez desde a criação do projeto, o Sesc-RJ, de Bernardinho, não chegou às semifinais da Superliga Feminina. Antes da queda nas quartas de final, a equipe alcançou uma série de 14 finais consecutivas.

Já para a temporada 2020/2021, o Sesc-RJ fez uma parceria com o Flamengo. A equipe segue sob o comando de Bernardinho e tenta unir a tradição do Sesc à força do clube rubro-negro, que conquistou um título da Superliga Feminina em 2000/2001.

  • Ginásio: Tijuca Tênis Clube (Rio de Janeiro-RJ)
  • Títulos da Superliga Feminina: 12 (1997/98, 1999/2000, 2005/2006, 2006/2007, 2007/2008, 2008/2009, 2010/11, 2012/13, 2013/14, 2014/15 e 2015/16)*

*todos os títulos foram no projeto do Sesc, desde o início em Curitiba. O Flamengo foi campeão em 2000/2001.

Minas Tênis Clube

O Minas Tênis Clube não é a equipe com mais títulos na história do voleibol feminino brasileiro, mas, sem sombra de dúvidas, é uma das mais tradicionais. A equipe de Belo Horizonte disputou todas as edições da Superliga Feminina e conquistou quatro títulos: 2001/2002, 2018/2019, 2020/2021 e 2021/2022.

Se considerarmos também o Campeonato Brasileiro de vôlei feminino antes da criação da Superliga em 1994, o Minas é pentacampeão nacional. Afinal, o time minastenista levou o troféu da Liga Nacional de 1992/1993.

No vôlei feminino, o Minas tem ainda 4 títulos continentais, foi campeão do Campeonato Sul-Americano em 2018, 2019, 2020 e 2022. Assim também, faturou o Campeonato Sul-Americano de Campeões, em 1999, e a Liga Sul-Americana em 2000, mas os dois troféus não são considerados oficiais. 

Em 2019, o Minas Tênis Clube foi também vice-campeão mundial de vôlei feminino.

A equipe feminina do Minas já teve diferentes patrocínios ao longo de sua história, como Lacqua Di Fiori, MRV, Camponesa, Itambé. Atualmente, a equipe disputa a Superliga como Gerdau/Minas.

  • Ginásio: Arena Minas Tênis Clube (Belo Horizonte-MG)
  • Títulos da Superliga Feminina: 4 (2001/2002, 2018/2019, 2020/2021 e 2021/2022)

Osasco

Segundo maior campeão da história da Superliga Feminina de vôlei, o Osasco já levou o título nacional em 5 temporadas.

Nas últimas décadas, a equipe paulista dividiu o protagonismo do voleibol feminino no Brasil com o Sesc-RJ (antigo Rexona). Os dois times disputaram a final da Superliga Feminina em 9 temporadas consecutivas.

Em 2010, o Osasco foi campeão mundial de vôlei feminino. A equipe paulista foi também tetracampeã sul-americana, entre 2009 e 2012.

Antes de ser o Osasco/Audax, a equipe foi BCN, Sollys/Osasco e Vôlei Nestlé. Em 2020/2021, passou a adotar Osasco/São Cristóvão Saúde.

  • Ginásio: José Liberatti (Osasco-SP)
  • Títulos da Superliga Feminina: 5 (2002/2003, 2003/2004, 2004/2005, 2009/2010 e 2011/2012)

Sesi Vôlei Bauru

A equipe de Bauru nasceu em 2005, mas foi apenas em 2009 que se tornou profissional. A chegada à elite do voleibol brasileiro aconteceu após o título da Superliga B de 2015, com o nome de Concilig/Bauru.

A parceria com o Sesi foi iniciada em 2018, ano em que o time de Bauru conquistou seu primeiro título do Campeonato Paulista.

Na temporada 2018/2019, o Sesi/Bauru entrou para a história do voleibol feminino ao eliminar o Sesc-RJ nas quartas de final da Superliga Feminina. Foi a primeira vez desde sua criação que o time de Bernardinho não chegou às semifinais da liga nacional.

Antes da queda nas quartas de final diante de Bauru, a equipe carioca havia alcançado uma série de 14 finais consecutivas da Superliga.

  • Ginásio: Panela de Pressão (Bauru)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Fluminense

O time de voleibol feminino do Fluminense foi bicampeão brasileiro, com títulos do Campeonato Brasileiro em 1976 e 1981. A equipe, entretanto, foi desfeita em 1984. Seu ressurgimento de 1994 a 1997 e de 2012 a 2013 aconteceu apenas para a disputa do Campeonato Carioca.

Com a equipe reativada em 2016, o Fluminense foi vice-campeão da Superliga Feminina B. Após disputar um torneio seletivo, o Tricolor Carioca garantiu seu retorno à elite do voleibol feminino no Brasil, para a disputa da temporada da Superliga de 2016/2017.

Desde então, o Fluminense só não chegou nas quartas de final da Superliga Feminina, na temporada 2020/2021. Mas em todas as edições que disputou as quartas acabou eliminado nessa fase.

  • Ginásio: Hebraica (Rio de Janeiro-RJ)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Pinheiros

Um dos mais tradicionais clubes brasileiros, o Pinheiros participou de todas as edições da Superliga Feminina de vôlei.

Ainda em busca de sua primeira participação na final da Superliga, o time paulista foi campeão da Copa Brasil em 2015.

A melhor colocação do Pinheiros na Superliga Feminina foi o terceiro lugar em 2007/2008.

  • Ginásio: Henrique Villaboin (São Paulo-SP)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Barueri

Na temporada 2019/2020, O Barueri acertou uma parceria com o São Paulo Futebol Clube por dois anos. Assim, a equipe passou a adotar o nome São Paulo FC/Barueri.

O Barueri tem equipe profissional de vôlei desde 2012. Sua primeira participação na Superliga Feminina da Série A foi na temporada 2013/2014, quando ficou na nona colocação.

A equipe chegou a ser desativada e retornou em 2016, em um projeto liderado pelo técnico tricampeão olímpico José Roberto Guimarães.

O Barueri venceu a Superliga B em 2017 e chegou à Primeira Divisão. Em todas as suas participações na elite do vôlei nacional, a equipe de José Roberto Guimarães chegou até as quartas de final, sendo eliminada em todas as oportunidades.

  • Ginásio: José Correa (Barueri-SP) 
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

São Caetano

Nas temporadas 2008/2009 e 2009/2010, a torcida de São Caetano do Sul teve motivos para ficar orgulhosa com a equipe de voleibol feminino que representou a cidade na Superliga Feminina. Afinal, nessas duas temporadas, o time foi terceiro colocado na liga nacional.

Na temporada 2018/2019, a equipe esteve distante da classificação para as quartas de final, mas conseguiu evitar o rebaixamento com a nona colocação. Foram 5 vitórias em 22 jogos. Depois de ficar fora da Superliga Feminina, o São Caetano retornou para a temporada 2023/2024. 

  • Ginásio: Lauro Gomes (São Caetano do Sul-SP)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Brasília Vôlei

O Brasília Vôlei foi rebaixado na Superliga Feminina na temporada 2018/2019 e fazia a melhor campanha da Superliga B em 2019/2020 quando as competições foram encerradas precocemente por causa da pandemia de Covid-19.

Na temporada 2020/2021, a equipe do Distrito Federal pôde comemorar o seu retorno à elite do voleibol feminino no Brasil. Na campanha chegou nas quartas de final, mas foi eliminado pelo Itambé/Minas.

  • Ginásio: Sesi Taquatinga (Brasília-DF)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Unilife-Maringá

A equipe paranaense se tornou uma das novidades da Superliga Feminina na temporada 2021/2022. O Maringá chegou à elite depois de ser finalista na segunda divisão da Superliga em 2020/2021, o torneio foi interrompido devido a pandemia de Covid-19, mas o time foi promovido mesmo assim.

  • Ginásio: Chico Neto (Maringá-PR)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Abel Moda Brusque

O time catarinense vai disputar a sua segunda temporada na elite do vôlei feminino. Na temporada 2022/2023, a equipe foi a última colocada, após perder todos os jogos. Para a edição de 2023/2024, o Abel Moda Brusque passou por uma grande reformulação para a ano.

  • Ginásio: Sesi-Centro Esportivo Brusque (Brusque-SC)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Qual o time de vôlei feminino do Brasil tem mais títulos?

Se considerarmos o número de títulos da Superliga como critério, não há dúvidas que o Sesc-RJ (antigo Rexona) é o maior time de vôlei feminino do Brasil. Afinal, são 12 troféus nas primeiras 25 edições da liga nacional.

Rexona-Sesc campeão da Superliga Feminina de vôlei 2016/2017

Maiores campeões da Superliga Feminina de vôlei

  • Sesc-RJ (antigo Rexona/Ades e Unilever) – 12 títulos
  • Osasco (Vôlei/Nestlé, Sollys e BCN) – 5 títulos
  • Minas – 4 títulos
  • Leites Nestlé Jundiaí (Leite Moça/Sorocaba) – 3 títulos
  • Praia Clube – 2 títulos
  • Flamengo – 1 título
  • Uniban/São Bernardo – 1 título

Qual o time de vôlei feminino mais popular do Brasil?

O retorno do Flamengo à elite do voleibol feminino, em parceria com o Sesc-RJ, leva a equipe com mais torcida no futebol brasileiro a ser representada na Superliga. Porém, como já vimos no NBB, nem sempre o clube rubro-negro é quem mais leva torcedores aos ginásios.

Nas últimas temporadas da Superliga Feminina, Minas, Osasco e Praia Clube estiveram entre os times com melhores média de público. A alternativa de levar jogos para Manaus chegou a impulsionar os números de pessoas por jogo do São Caetano.

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Times da Superliga Masculina de vôlei

  • Sada Cruzeiro (MG)
  • Sesi-SP
  • Suzano Vôlei (SP)
  • Vôlei Renata (SP)
  • Itambé/Minas (MG)
  • Apan/Eleva/Blumenau
  • América Vôlei (MG)
  • Farma Conde São José (SP)
  • Araguari Vôlei (MG)
  • Joinville (SC)
  • Azulim/Gabarito/Monte Carmelo (MG)
  • Vedacit Vôlei Guarulhos (SP)

A Superliga Masculina de Vôlei é dividida em três divisões. Atualmente, 12 equipes disputam a Série A, enquanto a Série B conta com 8 times. Já a primeira edição da Série C teve 7 equipes.

Confira, a seguir, quais equipes compõem a elite do voleibol nacional entre os homens.

Sada Cruzeiro

Maior campeão da história da Superliga Masculina de Vôlei, o Sada Cruzeiro nasceu em 2006, como Associação Esportiva Sada Vôlei, por meio da parceria entre a Prefeitura de Betim-MG e o Grupo Sada, principal patrocinador do clube.

Em 2006, a então equipe de Betim foi terceira colocada na Liga Nacional, o que a levou a disputar sua primeira Superliga na temporada 2006-07.

Foi em janeiro de 2009 que a equipe passou a se chamar Sada Cruzeiro Vôlei, em uma parceria com o Cruzeiro Esporte Clube, tradicional clube do futebol mineiro.

A partir da parceria com o Cruzeiro, a sede e o centro de treinamento da equipe de vôlei foram transferidos para o Parque Esportivo do Cruzeiro, em Belo Horizonte. Porém, as partidas do Sada Cruzeiro como mandante são disputadas no Ginásio Poliesportivo do Riacho, em Contagem, na Região Metropolitana da capital mineira.

Além de ser octacampeão da Superliga Masculina, o Sada Cruzeiro é tetracampeão do Campeonato Mundial de Clubes e eneacampeão do Sul-Americano de Clubes.

  • Ginásio: Poliesportivo do Riacho (Contagem-MG)
  • Títulos da Superliga Masculina: 8 (2011-12, 2013-14, 2014-15, 2015-16, 2016-17,  2017-18, 2020-21 e 2022-23)

Sesi-SP

No final da década de 2000, o Sesi-SP passou a organizar equipes profissionais de vôlei. Não demorou para o time masculino se tornar uma das principais potências do esporte brasileiro.

Em 2011, o Sesi-SP se sagrou campeão da Superliga Masculina. Com o campeão olímpico Giovane como treinador, a equipe, que contava com Murilo, Serginho e Sidão, além da revelação Wallace, foi campeã brasileira ao derrotar o Sada Cruzeiro, no Mineirinho, em Belo Horizonte. Na decisão, o time paulista fez 3 sets a 1 (25/19, 19/25, 27/25 e 25/17).

Naquele ano, o Sesi-SP levou também o título do Campeonato Sul-Americano de vôlei. Em todas as suas participações na Superliga Masculina, o Sesi só não ficou entre os quatro primeiros colocados em três oportunidades. Para a temporada 2023/2024, a equipe vai passar a mandar seus jogos em Bauru, assim como o time feminino. 

  • Ginásio: Panela de Pressão (Bauru-SP)
  • Títulos da Superliga Masculina: 1 (2010-2011)

Suzano Vôlei

A equipe paulista voltou as atividades profissionais em 2021. Assim, começou sua caminhada na Superliga C, terceira divisão nacional, onde foi campeão e promovido para Superliga B. No ano seguinte também levantou o troféu da divisão e se qualificou para a disputa da Superliga Masculina 2022/2023.

O Suzano Vôlei vez uma estreia magnifica na elite nacional, chegou até as semifinais, onde foi eliminado pelo Itambé/Minas. Na campanha inteira foram 14 vitórias e 12 derrotas.

  • Ginásio: Arena Suzano (Suzano-SP)
  • Títulos da Superliga Masculina:

Vôlei Renata

O Vôlei Renata é uma equipe que está sediada em Campinas desde 2010. Anteriormente, o time jogava em São Bernardo do Campo. Porém, o clube surgiu na capital paulista em 1985 e era patrocinado pelo Banespa.

Com a aquisição do Banespa pelo Santander, em 2003, a equipe se mudou para São Bernardo, passando a se chamar São Bernardo/Banespa. Já em 2009, o Santander anunciou o fim do patrocínio à equipe de vôlei, que passou a se chamar Brasil Vôlei Clube. Mas, sem apoio financeiro, o time encerrou suas atividades.

A equipe renasceu em 2010, em Campinas. Como Brasil Kirin Vôlei, foi vice-campeã da Superliga Masculina de 2015/2016, quando perdeu a final para o Sada Cruzeiro. Já o nome Vôlei Renata passou a ser adotado em 2017, por conta do patrocínio.

Considerando ainda o período em que era o Banespa, o Vôlei Renata é, ao lado do Minas Tênis, um dos únicos times a ter disputado todas as edições da Superliga Masculina, desde a fundação da liga em 1994.

O Banespa foi campeão da Superliga Masculina em 2004/2005, ao derrotar justamente o Minas.

  • Ginásio: Taquaral (Campinas-SP)
  • Títulos da Superliga Masculina: 1 (como Banespa, em 2004/2005)

Minas Tênis Clube

O Minas Tênis Clube é o mais tradicional time de vôlei do Brasil. Afinal, é a única equipe que disputou todas as edições da Superliga Masculina sem jamais ter mudado de sede.

Além disso, se considerarmos todos os Campeonato Brasileiros de Vôlei, inclusive os que foram disputados antes da criação da Superliga em 1994, o Minas é o segundo maior campeão nacional de vôlei masculino, com 7 títulos.

O heptacampeonato nacional do Minas foi construído com os títulos conquistados em 1984, 1985, 1986, 1999/2000, 2000/2001, 2001/2002 e 2006/2007 — os 4 últimos troféus foram erguidos já na “era Superliga”.

O Minas tem ainda mais 5 vice-campeonatos nacionais, sendo 4 na Superliga, além de três títulos de campeonatos sul-americanos (1984, 1985 e 1999).

Por conta de outros patrocínios, o time masculino de vôlei do Minas já foi também Telemig Celular/Minas, Vivo/Minas, Fiat/Minas, Gerdau/Minas e agora usa a alcunha de Itambé/Minas.

  • Ginásio: Arena Minas Tênis Clube (Belo Horizonte-MG)
  • Títulos da Superliga Masculina: 4 (1999/2000, 2000/2001, 2001/2002 e 2006/2007)

Apan Vôlei Blumenau

Na temporada 2019/2020 da Superliga Masculina, encerrada precocemente por causa da pandemia de Covid-19, Blumenau terminou em 7º lugar, com 10 vitórias em 21 partidas realizadas.

A equipe catarinense cumpriu as exigências da CBV e confirmou sua participação na temporada 2020/2021. Nas duas temporadas seguintes, o APAN/Blumenau se classificou para as quartas de final, mas foi eliminado nas duas ocasiões.

  • Ginásio: Sebastião Cruz (Blumenau-SC)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

América Vôlei

Depois de disputar duas edições da Superliga Masculina, o Corinthians/Guarulhos foi desfeito. Assim, a franquia que pertencia a Montes Claros Vôlei foi devolvida à equipe do Norte de Minas Gerais e um novo time foi formado.

Na Superliga Masculina 2019/2020, uma novidade será o América Vôlei, em uma parceria do tradicional clube de futebol de Belo Horizonte com o Montes Claros Vôlei. O centro de treinamentos e a sede dos jogos da equipe serão em Montes Claros.

O melhor resultado do América Vôlei na Superliga Masculina foi na temporada 2020/21, quando chegou nas quartas de final, mas foi eliminado pelo Taubaté. Nas duas edições seguintes ficou em 9º e 10º lugar, respectivamente.

  • Ginásio: Ginásio Esportivo Tancredo Neves (Montes Claros-MG)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Farma Conde São José

O projeto é remanescente do Vôlei Itapetininga, equipe que chegou ate a semifinal da Superliga na temporada 2020/21. Após impasse com a prefeitura da cidade, o time mudou de cidade e consequentemente de nome.

Nas duas edições seguintes, já como Farma Conde São José, a equipe avançou duas vezes para as quartas de final da competição, onde foi eliminada por Sada/Cruzeiro e Vôlei Renata, respectivamente. 

  • Ginásio: Arena Farma Conde (São José dos Campos-SP)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Araguari Vôlei

Na temporada 2021/2022, a equipe mineira estreou na Superliga Masculina, ficando no 9º lugar e não foi para os play-offs. O time formado conta com parceria com a base do Sada Cruzeiro e do Praia Clube, clubes já tradicionais no cenário do vôlei mineiro.

  • Ginásio: Poliesportivo General Brum Negreiros (Araguari-MG)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Joinville Vôlei

A Superliga Masculina 2023/2024 marca a estreia do time catarinense na Superliga Masculina. O time foi reativado, após um hiato que durou de 2009 até 2022. O Joinville conquistou a vaga na elite do vôlei após ser campeão da Superliga C e B, em menos de 10 meses.

  • Ginásio: Centreventus Cau Hansen (Joinville-SC)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Azulim/Gabarito/Monte Carmelo

Na temporada 2020/2021, Minas Gerais ganhou mais um representante na Superliga Masculina. O Azulim/Gabarito/Uberlândia conseguiu a vaga depois de terminar a fase de classificação da Superliga B na segunda posição, antes do torneio de acesso ter sido interrompido por causa da pandemia de Covid-19.

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) decidiu que os dois primeiros colocados garantiriam o acesso. A outra vaga ficou com o Vedacit Guarulhos (SP). Na temporada de estreia chegou até as quartas de final, mas foi foi eliminado pelo Vôlei Renata.

Na temporada 2021/2022, foi rebaixado para a Superliga B. Assim, no ano seguinte, ocorreu uma mudança de sede, e a equipe foi para à cidade mineira de Monte Carmelo, mudando assim o nome também. Na Superliga B ficou em segundo lugar e voltou para a elite na temporada 2023/2024.

  • Ginásio: Vila Nova (Monte Carmelo-MG)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Vedacit Vôlei Guarulhos

O Vedacit Vôlei Guarulhos estreou na Superliga Masculina na temporada 2020/2021. A equipe paulista chegou à elite depois de boas campanhas nas divisões de acesso.

A vaga na Superliga Masculina foi conquistada graças à melhor campanha da Superliga B. Anteriormente, o Vedacit Vôlei Guarulhos já havia sido campeão da Superliga C. Nas três participações na Superliga Masculina, o Vedacit/Guarulhos chegou nos play-offs nas duas últimas edições, sendo eliminado nas semifinais e quartas, respectivamente.

  • Ginásio: Arnaldo José Celeste (Ponte Grande-SP)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Qual o time de vôlei masculino do Brasil com mais títulos?

Na segunda década do século 21, o Sada Cruzeiro se estabeleceu como a maior potência do voleibol masculino do Brasil. Foram 8 títulos da Superliga, além de uma série de conquistas internacionais, como um tricampeonato mundial.

Sada Cruzeiro é hexacampeão da Superliga Masculina
Sada Cruzeiro é octacampeão da Superliga Masculina

Porém, é válido destacar que o Minas ainda é o segundo maior campeão da história do voleibol masculino brasileiro. Afinal, quando considerados os títulos antes da criação da Superliga em 1994, o time minastenista foi campeão nacional 7 vezes.

Maiores campeões da Superliga Masculina de vôlei

  • Sada Cruzeiro: 8 títulos
  • Minas: 4 títulos
  • Cimed: 4 títulos
  • Ulbra: 3 títulos
  • Vôlei Taubaté – 2 títulos
  • Sesi-SP: 1 título
  • Unisul: 1 título
  • RJX: 1 título
  • Banespa: 1 título
  • Olympikus/Telesp: 1 título
  • Suzano: 1 título
  • Frangosul/Ginástica: 1 título

Qual o time de vôlei masculino mais popular do Brasil?

Reconhecido por ter uma das maiores torcidas do Brasil entre os times de futebol, o Cruzeiro também se estabeleceu como uma das equipes mais populares do voleibol masculino. Além do time mineiro, o Farma Conde São José, Itambé/Minas e Sesi carregam muitos torcedores para as quadras.

Porém, a equipe de Maringá foi quem se destacou com maior média de público da Superliga Masculina nos últimos anos.

Agora que você sabe tudo sobre os times de vôlei do Brasil, aproveite para se aprofundar ainda mais no tema com nossos outros conteúdos: 

* Última atualização em 5 de agosto de 2023