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Saiba quais são os principais times de vôlei do Brasil, os mais populares e os mais vitoriosos das Superligas feminina e masculina!

Qual time é o mais vitorioso na história do vôlei brasileiro? E qual a equipe mais popular?

Para te ajudar a saber as respostas para essas perguntas, nós contaremos, a seguir, detalhes sobre todos os times que disputam a Superliga de Vôlei. Tanto aqueles que jogam a competição feminina quanta a masculina!

Conheça agora quem são os times de vôlei que se enfrentam em busca do título da principal liga do Brasil!

Infográfico: times de vôlei do Brasil

Times de vôlei feminino do Brasil

Times de vôlei masculino do Brasil

Times da Superliga Feminina

Ao longo de 25 anos de história da Superliga, vários times de vôlei do Brasil se destacaram e brigaram pelos títulos nacionais. Atualmente, 12 equipes disputam a Série A do voleibol feminino — há ainda mais duas divisões da Superliga Feminina.

Confira, a seguir, quais equipes entraram na disputa pelo título da temporada 2018/2019.

Dentil/Praia Clube (MG)

Dentil Praia ClubeO Praia Clube é uma equipe de voleibol de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, que disputa a Superliga Feminina desde 2008.

Nas últimas temporadas, o Praia se tornou uma das grandes potências do vôlei brasileiro, com o vice-campeonato da Superliga Feminina em 2015/2016 e o título nacional em 2017/2018.

A equipe de Uberlândia ainda foi vice-campeã da Copa do Brasil de vôlei feminino em 2016, 2018 e 2019.

  • Ginásio: Praia Clube (Uberlândia-MG)
  • Títulos da Superliga Feminina: 1 (2017/2018)

Sesc-RJ

Sesc-RJO Sesc-RJ é a equipe mais vitoriosa da história da Superliga Feminina de vôlei. Porém, a equipe não nasceu com esse nome, tampouco teve o Rio de Janeiro como sua primeira sede.

O projeto que hoje é o Sesc-RJ começou como Rexona, em Curitiba. Posteriormente, a equipe passou a ser Unilever e voltou a ser nomeada Rexona-Ades, até passar a ser o Sesc-RJ.

Em meio às mudanças de nome e a troca do Paraná pelo Rio de Janeiro, o time liderado pelo técnico Bernardinho foi campeão brasileiro 12 vezes.

Na temporada 2018/2019, pela primeira vez desde a criação do projeto, o Sesc-RJ, de Bernardinho, não chegou às semifinais da Superliga Feminina. Antes da queda nas quartas de final, a equipe alcançou uma série de 14 finais consecutivas.

  • Ginásio: Tijuca Tênis Clube (Rio de Janeiro-RJ)
  • Títulos da Superliga Feminina: 12 (1997/98, 1999/2000, 2005/2006, 2006/2007, 2007/2008, 2008/2009, 2010/11, 2012/13, 2013/14, 2014/15 e 2015/16)

Minas Tênis Clube

Itambé MinasO Minas Tênis Clube não é a equipe com mais títulos na história do voleibol feminino brasileiro, mas, sem sombra de dúvidas, é uma das mais tradicionais. A equipe de Belo Horizonte disputou todas as edições da Superliga Feminina e conquistou dois títulos, o primeiro em 2001/2002 e o segundo na temporada 2018/2019.

Se considerarmos também o Campeonato Brasileiro de vôlei feminino antes da criação da Superliga em 1994, o Minas é tricampeão nacional. Afinal, o time minastenista levou o troféu da Liga Nacional de 1992/1993.

No vôlei feminino, o Minas tem ainda 4 títulos continentais. Foi campeão da Liga Sul-Americana em 2000 e 2002 e do Campeonato Sul-Americano em 2018 e 2019.

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Em 2019, o Minas Tênis Clube foi também vice-campeão mundial de vôlei feminino.

A equipe feminina do Minas já teve diferentes patrocínios ao longo de sua história, como Lacqua Di Fiori, MRV e Camponesa. Atualmente, a equipe disputa a Superliga como Itambé/Minas.

  • Ginásio: Arena Minas Tênis Clube (Belo Horizonte-MG)
  • Títulos da Superliga Feminina: 2 (2001/2002 e 2018/2019)

Osasco/Audax

Osasco AudaxSegundo maior campeão da história da Superliga Feminina de vôlei, o Osasco já levou o título nacional em 5 temporadas.

Nas últimas décadas, a equipe paulista dividiu o protagonismo do voleibol feminino no Brasil com o Sesc-RJ (antigo Rexona). Os dois times disputaram a final da Superliga Feminina em 9 temporadas consecutivas.

Em 2010, o Osasco foi campeão mundial de vôlei feminino. A equipe paulista foi também tetracampeã sul-americana, entre 2009 e 2012.

Antes de ser o Osasco/Audax, a equipe foi BCN, Sollys/Osasco e Vôlei Nestlé.

  • Ginásio: José Liberatti (Osasco-SP)
  • Títulos da Superliga Feminina: 5 (2002/2003, 2003/2004, 2004/2005, 2009/2010 e 2011/2012)

Sesi Vôlei Bauru

Sesi Vôlei BauruA equipe de Bauru nasceu em 2005, mas foi apenas em 2009 que se tornou profissional. A chegada à elite do voleibol brasileiro aconteceu após o título da Superliga B de 2015, com o nome de Concilig/Bauru.

A parceria com o Sesi foi iniciada em 2018, ano em que o time de Bauru conquistou seu primeiro título do Campeonato Paulista.

Na temporada 2018/2019, o Sesi/Bauru entrou para a história do voleibol feminino ao eliminar o Sesc-RJ nas quartas de final da Superliga Feminina. Foi a primeira vez desde sua criação que o time de Bernardinho não chegou às semifinais da liga nacional.

Antes da queda nas quartas de final diante de Bauru, a equipe carioca havia alcançado uma série de 14 finais consecutivas da Superliga.

  • Ginásio: Panela de Pressão (Bauru)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Fluminense

FluminenseO time de voleibol feminino do Fluminense foi bicampeão brasileiro, com títulos do Campeonato Brasileiro em 1976 e 1981. A equipe, entretanto, foi desfeita em 1984. Seu ressurgimento de 1994 a 1997 e de 2012 a 2013 aconteceu apenas para a disputa do Campeonato Carioca.

Com a equipe reativada em 2016, o Fluminense foi vice-campeão da Superliga Feminina B. Após disputar um torneio seletivo, o Tricolor Carioca garantiu seu retorno à elite do voleibol feminino no Brasil, para a disputa da temporada da Superliga de 2016/2017.

Entre as temporadas 2016/2017 e 2018/2019, o Fluminense conseguiu chegar às quartas de final da Superliga Feminina, mas acabou eliminado nessa fase.

  • Ginásio: Hebraica (Rio de Janeiro-RJ)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Pinheiros

PinheirosUm dos mais tradicionais clubes brasileiros, o Pinheiros participou de todas as edições da Superliga Feminina de vôlei.

Ainda em busca de sua primeira participação na final da Superliga, o time paulista foi campeão da Copa Brasil em 2015.

A melhor colocação do Pinheiros na Superliga Feminina foi o terceiro lugar em 2007/2008.

  • Ginásio: Henrique Villaboin (São Paulo-SP)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Hinode Barueri

Hinode BarueriO Barueri passou a ter equipe profissional de vôlei em 2012. Sua primeira participação na Superliga Feminina da Série A foi na temporada 2013/2014, quando ficou na nona colocação.

A equipe chegou a ser desativada e retornou em 2016, em um projeto liderado pelo técnico tricampeão olímpico José Roberto Guimarães.

O Hinode Barueri venceu a Superliga B em 2017 e chegou à Primeira Divisão. Em suas duas primeiras participações na elite do vôlei nacional, a equipe de José Roberto Guimarães chegou até as quartas de final, sendo eliminada por Osasco nas duas oportunidades.

  • Ginásio: José Correa (Barueri-SP)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Curitiba Vôlei

Curitiba VôleiApadrinhado pelo campeão olímpico Giba e também pela ex-tenista Gisele Miró, o Curitiba Vôlei foi criado em 2017, reacendendo o vôlei feminino na capital paranaense depois do bicampeonato da Superliga Feminina conquistado pelo Rexona em 1997/98 e 2000/01 — em 2004, a equipe se mudou para o Rio de Janeiro, onde agora é o Sesc-RJ.

Em 2018, o Curitiba Vôlei foi campeão da Superliga B, assegurando uma vaga na Superliga A. Em sua primeira participação na elite, a equipe paranaense foi até as quartas de final e acabou eliminada pelo Minas.

  • Ginásio: Universidade Positivo (Curitiba-PR)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

São Cristóvão Saúde/São Caetano

São Cristóvão Saúde São CaetanoNas temporadas 2008/2009 e 2009/2010, a torcida de São Caetano do Sul teve motivos para ficar orgulhosa com a equipe de voleibol feminino que representou a cidade na Superliga Feminina. Afinal, nessas duas temporadas, o time foi terceiro colocado na liga nacional.

Atualmente, a cidade do ABC Paulista é representada pelo São Cristóvão Saúde/São Caetano. Na temporada 2018/2019, a equipe esteve distante da classificação para as quartas de final, mas conseguiu evitar o rebaixamento com a nona colocação. Foram 5 vitórias em 22 jogos.

  • Ginásio: Lauro Gomes (São Caetano do Sul-SP)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

BRB/Brasília Vôlei

Brasília VôleiFundado em 2006, o Brasília foi idealizado pelas ex-jogadoras e medalhistas olímpicas Leila e Ricarda. Mas foi em 2013 que a equipe da capital passou a ser profissional e estreou na Superliga Feminina.

Na temporada 2018/2019, o Brasília Vôlei foi rebaixado, ao ficar na penúltima colocação da Superliga. A equipe venceu apenas 4 de 22 jogos disputados.

  • Ginásio: Taquatinga (Brasília-DF)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Vôlei Balneário Camboriú

Vôlei Balneário CamboriúO Vôlei Balneário Camboriú passou a ser representante de Santa Catarina na Superliga Feminina de vôlei feminino depois de a equipe não conseguir patrocínios para se manter em Londrina.

Foi como Vôlei Londrina que o time coordenado pela ex-jogadora e medalhista olímpica Elisângela foi vice-campeão da Superliga B em 2018, garantindo sua classificação para a Primeira Divisão.

Porém, em sua primeira participação na Superliga A, o Vôlei Balneário Camboriú venceu apenas 3 dos 22 jogos e ficou na última colocação, sendo rebaixado.

  • Ginásio: Hamilton Linhares Cruz (Balneário Camboriú-SC)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Times que vão subir para Superliga Feminina A em 2019/2020

Na Superliga Feminina, as duas últimas colocadas de uma temporada são rebaixadas para a Superliga B. Em contrapartida, campeã e vice da Segunda Divisão se juntam à elite nacional na temporada seguinte.

Em 2018/2019, Brasília Vôlei e Vôlei Balneário Camboriú foram rebaixados. As duas equipes darão lugar a Flamengo e Valinhos na temporada 2019/2020.

Flamengo

FlamengoReconhecido por ser o clube de maior torcida no país quando o assunto é futebol, o Flamengo também tem tradição no voleibol feminino. A equipe rubro-negra conquistou dois títulos do Campeonato Brasileiro de vôlei, em 1978 e 1980, além de um título da Superliga Feminina em 2000/2001, quando derrotou o arquirrival Vasco.

O Flamengo disputou a Superliga A até a temporada 2005/2006. Em 2018, depois de anos afastado do voleibol, o Rubro-negro reativou sua equipe feminina profissional. A equipe carioca foi campeã da Superliga C, garantindo vaga para a Segunda Divisão.

Já em 2019, o Flamengo chegou até a final da Superliga B e, assim, estará na Superliga Feminina da Série A em 2019/2020.

  • Ginásio: AABB-Lagoa (Rio de Janeiro-RJ)
  • Títulos da Superliga Feminina: 1 (2000/2001)

Valinhos

ValinhosNa temporada 2019/2020, Valinhos voltará a ser representada na Superliga Feminina da Série A. A equipe do interior paulista estreou na Primeira Divisão em 2015/2016, depois de ser vice-campeã da Superliga B em 2015.

O time de Valinhos foi rebaixado em sua primeira participação na Superliga A, mas seguiu na elite nacional na temporada seguinte por convite.

Em 2016/2017, Valinhos ficou na última colocação, mas permaneceu mais uma vez na Primeira Divisão, uma vez que o Rio do Sul Vôlei desistiu de disputar a Superliga A.

Na penúltima colocação em 2016/2017, Valinhos, enfim, caiu para a Série B. Mas ao chegar na final da Segunda Divisão em 2019, o time paulista assegurou o retorno à elite em 2019/2020.

  • Ginásio: Pedro Ezequiel (Valinhos-SP)
  • Títulos da Superliga Feminina: Nenhum

Qual o time de vôlei feminino do Brasil com mais títulos?

Se considerarmos o número de títulos da Superliga como critério, não há dúvidas que o Sesc-RJ (antigo Rexona) é o maior time de vôlei feminino do Brasil. Afinal, são 12 troféus nas primeiras 25 edições da liga nacional.

Rexona-Sesc campeão da Superliga Feminina de vôlei 2016/2017

Maiores campeões da Superliga Feminina

  • Sesc-RJ (antigo Rexona/Ades e Unilever) – 12 títulos
  • Osasco (Vôlei/Nestlé, Sollys e BCN) – 5 títulos
  • Leites Nestlé Jundiaí (Leite Moça/Sorocaba) – 3 títulos
  • Minas – 1 título
  • Praia Clube – 1 título
  • Flamengo – 1 título
  • Uniban/São Bernardo – 1 título

Qual o time de vôlei feminino mais popular do Brasil?

O retorno do Flamengo à elite do voleibol feminino levará a equipe com mais torcida no futebol brasileiro a ser representada na Superliga. Porém, como já vimos no NBB, nem sempre o clube rubro-negro é quem mais leva torcedores aos ginásios.

Nas últimas temporadas da Superliga Feminina, Minas, Osasco e Praia Clube estiveram entre os times com melhores média de público. A alternativa de levar jogos para Manaus chegou a impulsionar os números de pessoas por jogo do São Cristóvão Saúde/São Caetano.

Times da Superliga Masculina

A Superliga Masculina de Vôlei é dividida em três divisões. Atualmente, 12 equipes disputam a Série A, enquanto a Série B conta com 8 times. Já a primeira edição da Série C teve 7 equipes.

Confira, a seguir, quais equipes compõem a elite do voleibol nacional entre os homens.

Sada Cruzeiro

Sada CruzeiroMaior campeão da história da Superliga Masculina de Vôlei, o Sada Cruzeiro nasceu em 2006, como Associação Esportiva Sada Vôlei, por meio da parceria entre a Prefeitura de Betim-MG e o Grupo Sada, principal patrocinador do clube.

Em 2006, a então equipe de Betim foi terceira colocada na Liga Nacional, o que a levou a disputar sua primeira Superliga na temporada 2006-07.

Foi em janeiro de 2009 que a equipe passou a se chamar Sada Cruzeiro Vôlei, em uma parceria com o Cruzeiro Esporte Clube, tradicional clube do futebol mineiro.

A partir da parceria com o Cruzeiro, a sede e o centro de treinamento da equipe de vôlei foram transferidos para o Parque Esportivo do Cruzeiro, em Belo Horizonte. Porém, as partidas do Sada Cruzeiro como mandante são disputadas no Ginásio Poliesportivo do Riacho, em Contagem, na Região Metropolitana da capital mineira.

Além de ser hexacampeão da Superliga Masculina, o Sada Cruzeiro é tricampeão do Campeonato Mundial de Clubes, hexacampeão do Sul-Americano de Clubes, tricampeão da Supercopa Brasileira, tetracampeão da Copa Brasil de Voleibol, e decacampeão do Campeonato Mineiro de Vôlei Masculino.

  • Ginásio: Poliesportivo do Riacho (Contagem-MG)
  • Títulos da Superliga Masculina: 6 (2011-12, 2013-14, 2014-15, 2015-16, 2016-17 e 2017-18)

Sesi-SP

Sesi-SPNo final da década de 2000, o Sesi-SP passou a organizar equipes profissionais de vôlei. Não demorou para o time masculino se tornar uma das principais potências do esporte brasileiro.

Em 2011, o Sesi-SP se sagrou campeão da Superliga Masculina. Com o campeão olímpico Giovane como treinador, a equipe, que contava com Murilo, Serginho e Sidão, além da revelação Wallace, foi campeã brasileira ao derrotar o Sada Cruzeiro, no Mineirinho, em Belo Horizonte. Na decisão, o time paulista fez 3 sets a 1 (25/19, 19/25, 27/25 e 25/17).

Naquele ano, o Sesi-SP levou também o título do Campeonato Sul-Americano de vôlei.

  • Ginásio: Marcello de Castro Leite – Vila Leopoldina (São Paulo-SP)
  • Títulos da Superliga Masculina: 1 (2010-2011)

Taubaté

TaubatéPor conta do patrocínio, o Vôlei Taubaté é, atualmente, EMS/Taubaté/FUNVIC.

A equipe de Taubaté foi fundada em 2013. Com mais investimentos nos anos seguintes, conseguiu atrair jogadores da Seleção Brasileira e foi bicampeã da Copa do Brasil, em 2015 e 2017.

Depois do vice-campeonato na temporada 2016/2017, o Taubaté chegou ao seu primeiro título da Superliga Masculina de Vôlei em 2018/2019.

Em 2016, o Taubaté chegou a ter parceria com o São Paulo Futebol Clube, mas o vínculo não foi duradouro.

  • Ginásio: Abaeté (Taubaté-SP)
  • Títulos da Superliga Masculina: 1 (2018/2019)

Vôlei Renata

Vôlei RenataO Vôlei Renata é uma equipe que está sediada em Campinas desde 2010. Anteriormente, o time jogava em São Bernardo do Campo. Porém, o clube surgiu na capital paulista em 1985 e era patrocinado pelo Banespa.

Com a aquisição do Banespa pelo Santander, em 2003, a equipe se mudou para São Bernardo, passando a se chamar São Bernardo/Banespa. Já em 2009, o Santander anunciou o fim do patrocínio à equipe de vôlei, que passou a se chamar Brasil Vôlei Clube. Mas, sem apoio financeiro, o time encerrou suas atividades.

A equipe renasceu em 2010, em Campinas. Como Brasil Kirin Vôlei, foi vice-campeã da Superliga Masculina de 2015/2016, quando perdeu a final para o Sada Cruzeiro. Já o nome Vôlei Renata passou a ser adotado em 2017, por conta do patrocínio.

Considerando ainda o período em que era o Banespa, o Vôlei Renata é, ao lado do Minas Tênis, um dos únicos times a ter disputado todas as edições da Superliga Masculina, desde a fundação da liga em 1994.

O Banespa foi campeão da Superliga Masculina em 2004/2005, ao derrotar justamente o Minas.

  • Ginásio: Taquaral (Campinas-SP)
  • Títulos da Superliga Masculina: 1 (como Banespa, em 2004/2005)

Minas Tênis Clube

Fiat MinasO Minas Tênis Clube é o mais tradicional time de vôlei do Brasil. Afinal, é a única equipe que disputou todas as edições da Superliga Masculina sem jamais ter mudado de sede.

Além disso, se considerarmos todos os Campeonato Brasileiros de Vôlei, inclusive os que foram disputados antes da criação da Superliga em 1994, o Minas é o maior campeão nacional de vôlei masculino, com 7 títulos.

O heptacampeonato nacional do Minas foi construído com os títulos conquistados em 1984, 1985, 1986, 1999/2000, 2000/2001, 2001/2002 e 2006/2007 — os 4 últimos troféus foram erguidos já na “era Superliga”.

O Minas tem ainda mais 5 vice-campeonatos nacionais, sendo 4 na Superliga, além de três títulos de campeonatos sul-americanos (1984, 1985 e 1999).

Por conta de outros patrocínios, o time masculino de vôlei do Minas já foi também Telemig Celular/Minas e Vivo/Minas, antes de voltar a ser o Fiat/Minas.

  • Ginásio: Arena Minas Tênis Clube (Belo Horizonte-MG)
  • Títulos da Superliga Masculina: 4 (1999/2000, 2000/2001, 2001/2002 e 2006/2007)

Copel Telecom/Maringá

Maringá VôleiAtualmente chamado de Copel Telecom Maringá Vôlei, o Vôlei Brasil Centro de Excelência foi fundado na cidade paranaense de Maringá em 2012.

O projeto foi idealizado pelo ex-levantador da Seleção Brasileira e campeão olímpico Ricardinho, que é hoje o presidente da equipe de voleibol de Maringá.

Em 2014/2015, a equipe disputou a Superliga como Ziober/Maringá. O nome Copel Telecom Maringá Vôlei foi adotado a partir de 2015/2016.

  • Ginásio: Chico Neto (Maringá-PR)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Sesc-RJ

Sesc-RJO time de vôlei do Sesc-RJ foi fundado em outubro de 2016. Depois de disputar a Taça de Prata de 2016 e ser campeão da Superliga B de 2017, o time carioca chegou à elite do voleibol brasileiro.

Logo na sua primeira participação na Superliga Masculina da Série A, o Sesc-RJ foi o terceiro colocado de 2017/2018, ao perder a série semifinal de 5 jogos para o Sesi-SP.

  • Ginásio: Tijuca Tênis Clube (Rio de Janeiro-RJ)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Corinthians/Guarulhos

Corinthians GuarulhosO Corinthians/Guarulhos foi criado em maio de 2017, em projeto idealizado pelo bicampeão olímpico Serginho. Apenas 3 meses depois de ser fundado, o time do lendário líbero foi campeão da Taça de Ouro e conquistou uma vaga na Superliga Masculina.

Em sua primeira participação na elite do voleibol brasileiro, o Corinthians/Guarulhos ficou na sexta colocação. Já na temporada 2018/2019, o time paulista foi o nono colocado.

  • Ginásio: Arnaldo José Celeste (Guarulhos-SP)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Vôlei Ribeirão Preto

Ribeirão Preto VôleiIdealizado pelo campeão olímpico Lipe, o São Francisco Saúde/Vôlei Ribeirão foi criado em 2017. Naquele ano, a equipe do interior paulista conseguiu uma vaga na Superliga B ao conquistar a Taça de Prata.

Na Superliga B, o São Francisco Saúde/Vôlei Ribeirão fez a melhor campanha da primeira fase e foi campeão ao derrotar o Itapetininga.

Em sua primeira participação na elite do voleibol brasileiro, a equipe de Ribeirão Preto evitou o rebaixamento ao ficar na décima colocação da Superliga Masculina.

  • Ginásio: Cava do Bosque (Ribeirão Preto)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Vôlei UM Itapetininga

Vôlei Um ItapetiningaO Vôlei Um Itapetininga é uma equipe que tem crescido no voleibol brasileiro nos últimos anos. Depois de ser vice-campeão da Taça de Prata de 2017 e da Superliga B, o time do interior paulista conquistou uma vaga na elite do vôlei brasileiro.

Em sua primeira participação na Superliga Masculina da Série A, o Itapetininga ficou na oitava colocação na fase classificatória. Nas quartas de final, foi eliminado pelo Sesi-SP.

  • Ginásio: Ayrton Senna (Itapetininga-SP)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Caramuru

CaramuruO Caramuru Vôlei é uma equipe que disputa seus jogos como mandante em Ponta Grossa, no Paraná. Campeão da Superliga B em 2016, o time paranaense disputa a Superliga Masculina de Vôlei desde a temporada 2016/2017.

Porém, na temporada 2018/2019, o Caramuru foi rebaixado, depois de ter ficado na penúltima colocação. A equipe venceu apenas 5 dos 22 jogos disputados.

  • Ginásio: Arena Multiuso (Ponta Grossa-PR)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

São Judas Voleibol

São Judas VoleibolO São Judas Voleibol carrega o nome da universidade que patrocina o clube de São Bernardo do Campo, em São Paulo.

A equipe do ABC Paulista tem encontrado dificuldades para se firmar na Série A da Superliga Masculina. Já são três rebaixamentos, em 2014/2015, 2016/2017 e 2018/2019.

Na temporada 2018/2019, o São Judas Voleibol venceu apenas um de 22 jogos e ficou na última colocação da Superliga Masculina.

  • Ginásio: Baetão (São Bernardo do Campo-SP)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Times que vão subir para Superliga Masculina A em 2019/2020

Assim como acontece na Superliga Feminina, na liga nacional masculina, as duas equipes que ficam nas últimas colocações são rebaixadas para a Superliga B. Em 2018/2019, caíram Caramuru e São Judas Voleibol.

As equipes que substituirão esses dois times na elite nacional em 2019/2020 serão Botafogo e Apan Blumenau, que chegaram à final da Superliga B.

Botafogo

BotafogoEstreante na Série A da Superliga Masculina em 2019/2010, o Botafogo tem um histórico positivo no voleibol masculino. O time carioca conquistou o título brasileiro em quatro edições na década de 1970 (71/72/75/76).

O Botafogo participou de quatro edições da Superliga B e sempre ficou entre os quatro primeiros colocados, mas foi apenas na edição de 2019 que conseguiu chegar à final e garantir uma vaga na elite.

  • Ginásio: Oscar Zelaya (Rio de Janeiro-RJ)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Apan Blumenau

Apan BlumenauBlumenau voltará à elite do voleibol nacional depois de 9 anos. A última vez que a cidade catarinense esteve na Superliga Masculina A foi na temporada 2010/2011, com o Barão Vôlei.

Em 2019/2020, o Apan Blumenau estará na Primeira Divisão por ter alcançado a final da Superliga B em 2019.

Apan é uma sigla em homenagem ao professor Artur Novaes, ex-técnico do Barão, que morreu em 2010.

  • Ginásio: Galegão (Blumenau-SC)
  • Títulos da Superliga Masculina: Nenhum

Qual o time de vôlei masculino do Brasil com mais títulos?

Na segunda década do século 21, o Sada Cruzeiro se estabeleceu como a maior potência do voleibol masculino do Brasil. Foram 6 títulos da Superliga, além de uma série de conquistas internacionais, como um tricampeonato mundial.

Sada Cruzeiro é hexacampeão da Superliga Masculina
Sada Cruzeiro é hexacampeão da Superliga Masculina

Porém, é válido destacar que o Minas ainda é o maior campeão da história do voleibol masculino brasileiro. Afinal, quando considerados os títulos antes da criação da Superliga em 1994, o time minastenista foi campeão nacional 7 vezes.

Maiores campeões da Superliga Masculina

  • Sada Cruzeiro: 6 títulos
  • Minas: 4 títulos
  • Cimed: 4 títulos
  • Ulbra: 3 títulos
  • Sesi-SP: 1 título
  • Unisul: 1 título
  • RJX: 1 título
  • Banespa: 1 título
  • Olympikus/Telesp: 1 título
  • Suzano: 1 título
  • Frangosul/Ginástica: 1 título

Qual o time de vôlei masculino mais popular do Brasil?

Reconhecido por ter a segunda maior torcida do Brasil entre os times de futebol, o Corinthians tenta se estabelecer também como uma das equipes mais populares do voleibol masculino. Além do time paulista, Cruzeiro e Botafogo carregam torcedores dos gramados para as quadras.

Porém, a equipe de Maringá foi quem se destacou com maior média de público da Superliga Masculina nos últimos anos.

Agora que você já conhece quem é quem na Superliga, aproveite também para conhecer mais sobre competições internacionais:

*Última atualização em 8 de abril de 2019

Ficha Técnica
Título
Times de vôlei do Brasil: conheça quem disputa a Superliga
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