Conheça a história da Superliga Feminina de vôlei e quais equipes conquistaram mais títulos do campeonato brasileiro de voleibol!

Em 1996, a Seleção Brasileira de vôlei feminino conquistou sua primeira medalha em Jogos Olímpicos. Não é coincidência que a conquista tenha vindo dois anos depois de ser criada a Superliga Feminina.

Um dos principais campeonatos nacionais de vôlei de todo o mundo, a competição ajudou a alavancar o vôlei no Brasil.

Em 25 anos de Superliga Feminina, grandes equipes e verdadeiras craques foram campeãs.

Quer conhecer quem são as maiores vencedoras e como foram essas conquistas? Venha com a gente!

O que você vai conferir neste post:

Infográfico: como funciona a Superliga Feminina de Vôlei

Infográfico da Superliga Feminina de Vôlei

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O que é a Superliga Feminina de vôlei?

Criada em 1994 pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), a Superliga é o campeonato brasileiro de vôlei.

Desde a temporada 2013/2014, a Superliga Feminina passou a ter duas divisões: as séries A e B. Já em 2018, foi criada a Série C.

Atualmente, 12 equipes disputam a Primeira Divisão, enquanto a Série B conta com 8 times. Já a primeira edição da Série C teve 12 equipes.

Assim como na Superliga Masculina, o campeão da Superliga Feminina se classifica para o Campeonato Sul-Americano de vôlei, enquanto os dois últimos colocados são rebaixados para a Série B.

Como surgiu a Superliga Feminina de vôlei?

A primeira edição da Superliga Feminina de vôlei foi disputada na temporada 1994/1995. Mas, antes dela, já havia competições de voleibol feminino no Brasil.

Em 1976, 1978 e 1980, foi disputada uma primeira versão do Campeonato Brasileiro de vôlei, aberta a equipes amadoras de todo o país, enquanto, a partir de 1981, o Campeonato Brasileiro passou a ser disputado anualmente, com a presença de times profissionais.

Já desde a temporada 1988/1989, a Liga Nacional passou a ser iniciada no segundo semestre de um ano e encerrada no primeiro semestre do ano seguinte. A mudança foi adotada para seguir as principais competições do calendário do voleibol mundial.

História da Superliga Feminina de vôlei

A Superliga Feminina foi criada no momento em que o vôlei no Brasil havia atingido sua maior conquista até então.

Em 1992, a Seleção Brasileira de vôlei masculino foi campeã dos Jogos Olímpicos de Barcelona. A CBV viu então a oportunidade para criar uma competição que reunisse os jogadores da Seleção Brasileira.

A iniciativa levou à criação também da Superliga Feminina, gerando uma das principais competições nacionais de voleibol entre mulheres em todo o mundo.

Confira, a seguir, como foram todas as edições!

Superliga Feminina 1994/1995

A primeira edição da Superliga contou com 10 equipes no torneio feminino. O título ficou com o Leite Moça, de Sorocaba (SP). A equipe, que contava com Ana Moser, Ana Paula e Fernanda Venturini, derrotou o BCN (SP) por 3 jogos a 0 na final.

Leite Moça primeiro campeão da Superliga Feminina de vôlei

Superliga Feminina 1995/1996

Em uma reedição da final anterior, o Leite Moça (SP) conquistou o bicampeonato ao derrotar, novamente, o BCN por 3 jogos a 0.

Superliga Feminina 1996/1997

Com sede em Jundiaí, o Leites Nestlé (antigo Leite Moça) conquistou o tricampeonato. Na final, o Leites Nestlé venceu por 3 jogos a 0 o Mizuno/Uniban (SP), de Ana Moser e Fofão.

Superliga Feminina 1997/1998

Estreante, o Rexona, então com sede no Paraná, conquistou seu primeiro título. O time comandado por Bernardinho venceu na final o Leites Nestlé, que buscava o tetracampeonato: 3 jogos a 1.

Superliga Feminina 1998/1999

O sonho do bicampeonato do Rexona foi adiado pelo Uniban/São Bernardo (SP). O time paulista venceu dois jogos em Curitiba e conquistou seu primeiro e até hoje único título.

Superliga Feminina 1999/2000

Sob o comando de Bernardinho, o Rexona chegou à terceira decisão consecutiva. O time paranaense conquistou o segundo título ao derrotar o MRV/Minas.

Rexona bicampeão Superliga Feminina de Vôlei

Superliga Feminina 2000/2001

Um dos principais duelos do futebol brasileiro, o clássico entre Flamengo e Vasco chegou à Superliga. Na decisão entre cariocas, a equipe rubro-negra conquistou o título na quarta partida da série final, com o Maracanãzinho lotado.

Flamengo campeão da Superliga Feminina de vôlei

Superliga Feminina 2001/2002

Derrotadas na decisão de 1999/2000, as meninas do MRV/Minas voltaram à final dois anos depois e faturaram o título inédito ao vencer o BCN/Osasco (SP).

MRV/Minas campeão da Superliga Feminina de Vôlei em 2002

Superliga Feminina 2002/2003

Em reedição da final anterior, o BCN/Osasco (SP) deu o troco no MRV/Minas (MG), vencendo por 3 jogos a 0 na final.

Superliga Feminina 2003/2004

Pelo terceiro ano consecutivo, as mesmas equipes na decisão, mas com uma mudança. O BCN mudou de nome para Finasa/Osasco (SP) e conquistou o bicampeonato. A equipe paulista fez 3 jogos a 1 na série decisiva contra o MRV/Minas.

Superliga Feminina 2004/2005

Em sua quarta final seguida, o Finasa/Osasco garantiu o tricampeonato ao derrotar o Rexona-Ades, que acabara de se mudar para o Rio de Janeiro.

Superliga Feminina 2005/2006

A temporada 2005/2006 marcou a despedida de Fernanda Venturini, que conquistou o seu 11º título brasileiro ao lado do marido, o técnico Bernardinho. Ela ainda levou o prêmio de melhor levantadora da Superliga. Na decisão, o Rexona-Ades (RJ) venceu o Finasa/Osasco (SP) por 3 jogos a 2.

Fernanda Venturini campeão da Superliga Feminina em 2006

Superliga Feminina 2006/2007

Pelo terceiro ano consecutivo, Rexona-Ades e Finasa/Osasco fizeram a final da Superliga. O título ficou com a equipe carioca e só foi decidido no quinto jogo e no quinto set, no ginásio do Caio Martins, em Niterói (RJ).

Superliga Feminina 2007/2008

Na decisão, pela quarta vez consecutiva, Rexona-Ades e Finasa/Osasco decidiram o título, mas pela primeira vez em uma partida única. No ginásio do Maracanãzinho, o time carioca conquistou seu quinto título.

Superliga Feminina 2008/2009

Com o mesmo sistema de disputa da temporada anterior, Finasa/Osasco e Rexona-Ades fizeram as finais de três dos quatro turnos. Na briga pelo título, no Maracanãzinho, ficaram frente a frente pela quinta vez consecutiva. De virada, o Rexona-Ades conquistou sua sexta vitória.

Superliga Feminina 2009/2010

Após cinco vice-campeonatos consecutivos, o Sollys/Osasco conquistou o título da Superliga 2009/2010. No ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, o time paulista venceu a Unilever (RJ), antigo Rexona, por 3 sets a 2, com 15/12 no quinto set. Foi a quarta vitória do Sollys/Osasco, tricampeão entre 02/03 e 04/05.

Superliga Feminina 2010/2011

Pela sétima vez, a equipe do Rio de Janeiro, representada pela Unilever, foi campeã da Superliga. Com Dani Lins, Fabi, Sheilla e Mari, além do retorno de Valeskinha, o time do técnico Bernardinho venceu o Sollys/Osasco (SP) por 3 sets a 0.

Superliga Feminina 2011/2012

O Sollys/Nestlé se vingou da derrota no ano anterior e superou a Unilever (RJ), no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, por 3 sets a 0. A levantadora Fabíola e a oposto americana Destinee Hooker foram os destaques da decisão.

Sollys/Osasco campeão da Superliga Feminina de vôlei

Superliga Feminina 2012/2013

A final entre Unilever (RJ) e Sollys/Nestlé (SP) se repetiu mais uma vez. Na temporada 2012/2013, diferentemente da anterior, o time carioca saiu com o título, conquistando assim o octacampeonato da competição.

Superliga Feminina 2013/2014

A Unilever assegurou o nono título da Superliga ao vencer o Sesi-SP na grande final por 3 sets a 1, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. O troféu foi levantado pela capitã Fofão, eleita a melhor jogadora da decisão.

Rexona-Ades campeão Superliga Feminina 2013/2014

Superliga Feminina 2014/2015

Apenas com a troca do nome de Unilever para Rexona-Ades, o time carioca mais uma vez subiu ao degrau mais alto do pódio na Superliga. Na Arena da Barra, diante de seus torcedores, a equipe dirigida pelo técnico Bernardinho bateu o Molico/Nestlé (SP) e foi campeã no dia da aposentadoria definitiva da le­vantadora Fofão.

Rexona-Ades decacampeão da Superliga Feminina de Vôlei com Fofão

Superliga Feminina 2015/2016

O Dentil/Praia Clube (MG) não resistiu ao Rexona-AdeS (RJ), que fazia a décima segunda final consecutiva, e usou sua maior experiência para le­vantar o troféu pela 11ª vez na temporada 2015/2016.

Rexona Ades campeão da Superliga Feminina de vôlei pela 11ª vez

Superliga Feminina 2016/2017

Uma final já bastante conhecida reuniu Rexona-Sesc (RJ) e Vôlei Nestlé (SP) no Rio de Janeiro na decisão de 2016/2017. Também com o apoio da torcida, que encheu a Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro, o time carioca levou a melhor e garantiu o 12º título na Superliga.

Rexona-Sesc campeão da Superliga Feminina de vôlei 2016/2017

Superliga Feminina 2017/2018

O Sesc Rio venceu o primeiro jogo, no Rio de Janeiro, e o Dentil/Praia Clube levou a melhor em Uberlândia (MG). Assim, conforme o regulamento, a disputa pelo título foi para o Super Set. No final, vitória e título para o Praia.

Dentil/Praia Clube campeão da Superliga Feminina de Vôlei 2017/2018

Superliga Feminina 2018/2019

Na temporada 2018/2019, o Praia/Clube defendia o título e fez a inédita final mineira contra o Minas.

A equipe da capital, comandada pelo italiano Stefano Lavarini, chegou ao segundo título da Superliga Feminina com um elenco recheado de grandes jogadoras: as levantadoras Macris e Bruninha, centrais Carol Gattaz, Mara e Mayany, ponteiras Natália e Gabi Guimarães e opostas Bruna Honório e Malu.

No primeiro jogo, diante de sua torcida, no Mineirinho, o Minas venceu no tie-break, com parciais de 28-26, 25-22, 17-25, 17-25 e 15-6.

Já no segundo jogo, no Sabiazinho, em Uberlândia, o Itambé/Minas começou perdendo e garantiu o título da Superliga Feminina com vitória de virada, por 3 a 1 (17-25, 25-23, 25-11 e 28-26).

Como funciona a Superliga Feminina de vôlei?

Atualmente, são disputadas três divisões da Superliga.

A Primeira Divisão é disputada por 12 equipes, em um sistema com 4 fases: classificatória, quartas de final, semifinal e final.

A fase classificatória é disputada no sistema de ida e volta (turno e returno), com todos os times se enfrentando duas vezes. As 8 melhores equipes se classificam para os playoffs.

Nas quartas de final, as 8 equipes de melhor índice técnico na soma dos pontos do turno e do returno se cruzam, obedecendo-se a seguinte ordem: 1º x 8º, 2º x 7º, 3º x 6º e 4º x 5º. Os duelos são disputados no sistema de playoff melhor de três jogos. Ou seja, quem vencer duas partidas avança às semifinais.

As equipes de melhor campanha na fase classificatória têm o direito de escolher a ordem dos mandos de campo e definir se preferem jogar o primeiro ou o segundo jogo da série em casa. Se for necessária uma terceira partida, elas terão o mando de campo.

Nas semifinais, o vencedor do confronto entre 1º e 8º enfrenta a equipe classificada do duelo entre 4º e 5º. Já o outro duelo reúne os ganhadores dos confrontos entre 2º x 7º contra 3º x 6º.

Assim como nas quartas de final, as semifinais são disputadas em playoffs de três partidas, e a equipe de melhor campanha tem o direito de escolher a ordem do mando de quadra.

Na final, a equipe campeã da Superliga Feminina de vôlei também é decidido em uma série de três jogos.

Superliga B

Na temporada 2018/2019, a Superliga Feminina B foi disputada por 8 times.

Na fase classificatória, todas as equipes se enfrentam em turno único. A classificação final é determinante para a definição dos cruzamentos das quartas de final, quando os confrontos seguem a ordem: 1º x 8º, 2º x 7º, 3º x 6º e 4º x 5º.

As quartas de final são disputadas em playoffs de três jogos. O primeiro jogo é realizado na casa do pior colocado e o segundo e terceiro jogo (se necessário) na casa do melhor colocado da fase classificatória.

Assim como na Primeira Divisão, nas semifinais da Superliga B, o vencedor do confronto entre 1º e 8º enfrenta a equipe classificada do duelo entre 4º e 5º. Já o outro duelo reúne os ganhadores dos confrontos entre 2º x 7º contra 3º x 6º.

A final da Superliga B, por sua vez, é disputada em jogo único, na casa da equipe melhor classificada na fase classificatória.

Campeão e vice da Superliga B têm acesso à Superliga do ano seguinte, enquanto 11º e 12º colocados da Superliga caem para a Segunda Divisão.

Flamengo na Superliga Feminina B
Flamengo participou da Superliga C em 2018 e subiu para Superliga B em 2019

Superliga Feminina Série C

Doze times disputam a primeira edição da Superliga Feminina Série C, disputada no  fim de 2018. Os times foram divididos em quatro grupos na fase inicial, com sedes em Pernambuco e no Paraná.

As equipe campeã e vice garantiram vaga na Superliga B.

Quais são os maiores campeões da Superliga Feminina de vôlei?

Desde que a Superliga Feminina de vôlei foi criada, na temporada 1994/1995, um projeto que nasceu em Curitiba e depois migrou para o Rio de Janeiro foi, com larga vantagem, o mais vitorioso.

A equipe que nasceu como Rexona, passou a ser Unilever, voltou a ser nomeada Rexona-Ades e hoje é o Sesc-RJ conquistou 12 títulos. As 12 conquistas foram alcançadas ao longo de 20 anos, tendo o técnico Bernardinho como o grande líder desse projeto.

Hegemonia de Bernardinho na Superliga

Bernardinho campeão da Superliga Feminina de vôlei

No comando do time do Paraná, ele foi campeão da Superliga feminina em 1997/98 e 1999/2000. Em 2004, retornou ao Rexona-Ades, mas em uma nova era, dessa vez no Rio de Janeiro.

Entre as temporadas 2004/2005 e 2012/2013, as finais da Superliga sempre foram decididas entre o time de Bernardinho e o Osasco.

Depois de ser vice-campeão em 2004/2005, o Rexona-Ades/Rio de Janeiro conquistou o tetracampeonato da Superliga feminina entre 2005/2006 e 2008/2009.

Já com o nome Unilever/Rio de Janeiro, a equipe de Bernardinho ganhou a Superliga mais 5 vezes (2010/11, 2012/13, 2013/14, 2014/15 e 2015/16).

O fim do projeto Rexona no voleibol feminino aconteceu com mais um título da Superliga, a de 2016/2017. Naquela temporada, a equipe atuou como Rexona-Sesc/Rio de Janeiro.

Foram 12 títulos de Superliga feminina em 20 anos de projeto, iniciado em Curitiba e depois migrado para o Rio de Janeiro. Após a conquista em 2016/2017, o então copatrocinador Sesc passou a ser o gestor do time ainda comandado por Bernardinho.

Na temporada 2018/2019, pela primeira vez desde a criação do projeto, o Sesc-RJ, de Bernardinho, não chegou às semifinais da Superliga Feminina. Antes da queda nas quartas de final, a equipe alcançou uma série de 14 finais consecutivas.

Outras equipes campeãs nacionais de vôlei feminino

Maior rival do time comandado por Bernardinho, o Osasco é o segundo maior campeão da Superliga Feminina, com 5 títulos. Já o Leites Nestlé Jundiaí, que iniciou sua trajetória como Leite Moça/Sorocaba, foi tricampeão nacional.

Outros três times foram campeões brasileiros de vôlei em 3 oportunidades, mas considerando também títulos conquistados antes da criação da Superliga, em 1994. Esse é o caso de Flamengo, Supergasbras e Sadia.

Dono de 3 títulos nacionais no vôlei feminino, o Minas conquistou dois na “era Superliga”, em 2001/2002 e 2018/2019, e outro na antiga Liga Nacional. O Fluminense, por sua vez, levou dois troféus do Campeonato Brasileiro de vôlei feminino.

Ao todo, 15 times foram campeões brasileiros de vôlei feminino, sendo 7 vencedores da Superliga Feminina.

Para você entender melhor, relacionamos todos esses campeões logo abaixo.

Maiores campeões brasileiros de vôlei feminino

EquipeTítulos
Sesc-RJ (antigo Rexona/Ades e Unilever)12
Osasco (Vôlei/Nestlé, Sollys e BCN)5
AA Supergasbrás3
Leites Nestlé Jundiaí3
Flamengo3
Sadia EC3
Minas3
Fluminense2
São Caetano1
Praia Clube (MG)1
Paulistano (SP)1
Bradesco Atlântica1
Lufkin1
Ribeirão Preto1
Uniban/São Bernardo1

Lista de campeões do Campeonato Brasileiro de vôlei feminino

AnoCampeãoVice-campeão
1976Fluminense-RJCRB-AL
1978Flamengo-RJMackenzie-MG
1980Flamengo-RJFluminense-RJ
1981Fluminense-RJMinas
1982PaulistanoPirelli-SP
1983Supergasbras-RJFluminense-RJ
1984Bradesco/Atlântica-RJSupergasbras-RJ
1985Supergasbras-RJPaulistano
1986Supergasbras-RJBradesco/Atlântica-RJ
1987Lufkin-RJSupergasbras-RJ

Lista de campeões da Liga Nacional de vôlei feminino

AnoCampeãoVice-campeão
1988/1989Sadia ECLufkin-RJ
1989/1990Sadia ECSupergasbras-RJ
1990/1991Sadia ECSão Caetano-SP
1991/1992São Caetano-SPMinas
1992/1993MinasSão Caetano-SP
1993/1994Ribeirão PretoBCN Guarujá

Lista de campeões da Superliga Feminina de vôlei

AnoCampeãoVice-campeãoTerceiro lugar
1994/1995Leite Moça/SorocabaBCN GuarujáMinas
1995/1996Leite Moça/SorocabaBCN GuarujáTietê
1996/1997Leites Nestlé/JundiaíMizuno Uniban (SP)BCN Osasco
1997/1998Rexona-PRLeites NestléMinas
1998/1999Uniban/São BernardoRexona-PRLeites Nestlé
1999/2000Rexona-PRMRV/MinasBCN Osasco
2000/2001FlamengoVascoMRV/Minas
2001/2002MRV/MinasBCN OsascoRexona-PR
2002/2003BCN OsascoMRV/MinasRexona-PR
2003/2004Finasa/OsascoMRV/MinasRexona-PR
2004/2005Finasa/OsascoRexona-Ades-RJCampos-RJ
2005/2006Rexona-Ades-RJFinasa/OsascoMacaé
2006/2007Rexona-Ades-RJFinasa/OsascoMinas
2007/2008Rexona-Ades-RJFinasa/OsascoPinheiros
2008/2009Rexona-Ades-RJFinasa/OsascoSão Caetano
2009/2010Sollys/OsascoUnilever-RJSão Caetano
2010/2011Unilever-RJSollys/OsascoVôlei Futuro
2011/2012Sollys/OsascoUnilever-RJVôlei Futuro
2012/2013Unilever-RJSollys/OsascoCampinas
2013/2014Unilever-RJSesi-SPOsasco
2014/2015Unilever-RJMolico/Nestlé (SP)Sesi-SP
2015/2016Rexona-AdeS (RJ)Praia ClubeMinas
2016/2017Rexona-Sesc (RJ)Vôlei Nestlé (SP)Praia Clube
2017/2018Dentil/Praia ClubeSesc-RJMinas
2018/2019Itambé/MinasDentil/Praia ClubeOsasco/Audax

Maiores campeões da Superliga Feminina

  • Sesc-RJ (antigo Rexona/Ades e Unilever) – 12 títulos
  • Osasco (Vôlei/Nestlé, Sollys e BCN) – 5 títulos
  • Leites Nestlé Jundiaí (Leite Moça/Sorocaba) – 3 títulos
  • Minas – 2 títulos
  • Praia Clube – 1 título
  • Flamengo – 1 título
  • Uniban/São Bernardo – 1 título

Novas campeãs da Superliga Feminina se juntarão à lista de vencedoras nos próximos anos. Sem o multicampeão Sesc-RJ na disputa pelo título, o Minas levou o título da temporada 2018/2019. Conheça tudo sobre a história do vôlei no tradicional no clube mineiro!

Vale lembrar que o Minas garantirou vaga no Campeonato Sul-Americano, para buscar seu tricampeonato consecutivo. Se quiser saber mais detalhes de outras importantes competições do voleibol, não perca tempo e confira tudo da Liga das Nações de vôlei feminino!

*Última atualização em 26 de abril de 2019

Ficha Técnica
Título
Superliga Feminina de vôlei: como surgiu e quem são as campeãs
Resumo
Criada em 1994 pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), a Superliga é o campeonato brasileiro de vôlei. Desde a temporada 2013/2014, a Superliga Feminina passou a ter duas divisões: as séries A e B. Já em 2018, foi criada a Série C. Atualmente, 12 equipes disputam a Primeira Divisão, enquanto a Série B conta com 8 times. Já a primeira edição da Série C teve 12 equipes.
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