Amplitude, entrelinhas, marcação alta e muito mais: o vocabulário dos termos do futebol moderno mais usados pelos técnicos

Quando ouvimos Tite falar na “amplitude e na temporização dos extremos desequilibrantes” da Seleção Brasileira, podemos pensar que talvez o “tatiquês”, os termos dos técnicos de futebol, tenham ido longe demais.

Em alguns casos, isso pode até ser verdade. “Extremos desequilibrantes”, por exemplo, não passam de pontas dribladores. Agora é muito melhor falar simplesmente em “amplitude” ao invés dos “dos espaços gerados através da fixação de um ou mais jogadores nas extremidades laterais do campo”, não é mesmo?

O vocabulário dos técnicos de futebol, popularizado por analistas e toda uma “classe” de comentaristas esportivos, é resultado natural do choque da era da informação com um esporte de enorme apreensão popular.

Todo mundo enxerga o jogo de uma maneira. Os termos do tatiquês, assim, são apenas uma maneira de guiar uma dessas visões. O que a faz “pegar”, para além das maiores possibilidades de comunicação atuais, é o crescente alinhamento desse discurso com os dos profissionais do futebol, isto é, dos técnicos e dos analistas.

Claro que há ruídos. A lógica por trás dessa terminologia é um tanto acadêmica, em busca de padronizar conceitos e métodos e facilitar a troca de informações. O problema é que a literatura de futebol no Brasil ainda é curta e recente.

Dessa forma, as referências vêm de vários pontos, países e escolas. Os termos, então, não são inteiramente padronizados. Sorte que, aqui na Esportelândia, vamos explicar, uma por uma, todas as expressões do futebol moderno. Confira!

Vocabulário dos técnicos de futebol

Propor o jogo

“E aí, vamo jogar uma bola”? Isso é propor o jogo, só que na pelada. No linguajar do futebol profissional, quer dizer atuar, no geral, de uma maneira proativa.

Com a bola no pé, o time que propõe o jogo busca abrir ou encontrar espaços na marcação adversária por meio de passes, movimentações, jogadas treinadas. Em outras palavras, é impor os acontecimentos da partida.

Jogo reativo

O jogo reativo é mais autoexplicativo e fica ainda mais fácil de compreender em oposição ao jogo proposto. Não é necessariamente defensivo mas, ao invés de procurar abrir ou encontrar espaços na defesa adversária, é aquele que aproveita os que são cedidos.

Um time que joga no contra-ataque é, por definição, um time reativo: o adversário faz, o outro reage.

Momento ofensivo e momento defensivo

O conceito de momento ofensivo e defensivo vem da análise de desempenho, que costuma a dividir o jogo em quatro etapas básicas: a hora que um time defende, a hora que o time vai para o ataque, o hora que o time ataca e a hora que o time volta para a defesa, fechando o ciclo.

Quando se fala em momento ofensivo, portanto, é quando o time que ataca já está posicionado no campo de ataque, não necessariamente estático, mas claramente atacando. O time que está marcando está em seu momento defensivo.

Os termos são úteis não somente para dividir melhor a análise como para notar padrões específicos no ataque e na defesa, como por exemplo um meia que no momento ofensivo joga centralizado e no momento defensivo defende pelos lados.

Transição

A transição vem desse mesmo conceito dos momentos. É, no caso, o que tem entre os momentos defensivo e ofensivo. A transição ofensiva, portanto, é quando o time sai do ataque para a defesa. O contrário, é a transição defensiva.

A palavra transição também é usada por muita gente como sinônimo de contra-ataque, o que gera um pouco de ruído na compreensão do termo dos analistas. Acontece que não só há a transição defensiva como também a transição ofensiva lenta e gradual de um time que sai jogando com passes curtos e vai progredindo pelo campo.

De maneira simples: todo contra-ataque é uma transição, mas nem toda a transição é um contra-ataque.

Amplitude

Amplitude tem um nome meio chique mas é algo bem simples. Como muita coisa, na verdade.

Trata-se de uma ferramenta de jogo que passou a ser assim nomeada para ser “fixada” na cabeça e na movimentação dos jogadores. A amplitude é simplesmente alargar, ampliar o campo na hora de atacar.

Ela é feita com pelo menos um jogador em pelo menos um dos lados que se posiciona praticamente na linha lateral. Trata-se de um conceito específico porque, como vemos na imagem abaixo, o jogador que abre não necessariamente está participando ativamente da jogada.

Passivamente, no entanto, esse jogador aberto aumenta o espaço a ser marcado pelo adversário. Ele cria automaticamente uma dúvida para o seu defensor, entre marcá-lo e deixar o espaço que estava ocupando ou deixá-lo livre e com espaço para carregar a bola.

Frame de partida do Ajax, da Holanda
O jogador do Ajax (branco e vermelho) que está junto à linha lateral direita do ataque está oferendo amplitude ao time

Profundidade

Conceito “primo” da amplitude, a profundidade quer fazer o mesmo, só que no sentido vertical do campo, se assim considerarmos a linha imaginária traçada entre os dois gols.

Como há a regra do impedimento, não há como o jogador da profundidade ficar colado na linha de fundo (fundo, profundidade, entendeu?), mas dá para ele ficar o mais distante possível do seu próprio gol, “empurrando” os zagueiros adversários para trás e abrindo mais espaço no campo.

Há como combinar amplitude e profundidade. Aquele Barcelona do Guardiola adorava fazer isso, com dois dos seus três atacantes colados nas linhas laterais e o mais perto possível do gol adversário.

 Superioridade

A superioridade, abreviação de “superioridade numérica” é outro desses conceitos-mecanismos.

Diferente, porém, de uma ação posicional (ir para a linha lateral ou chegar mais próximo da linha de fundo), ela é uma orientação: a de buscar a ter mais jogadores do que o adversário em determinado espaço do campo.

A ideia por trás é bastante simples: se o seu time tem mais jogadores em algum espaço, alguém vai ficar livre. E é imensa a quantidade de jogadas que podem ser feitas a partir daí.

Existe também a superioridade técnica ou física também, ainda que menos usada quando fala-se apenas em “superioridade”.

Estas são orientações para que o time encontre os atacante que são tão superiores técnica ou fisicamente que seus adversários que os duelos se configuram como vantagens de fato. Tipo o Neymar no um contra um com um um zagueiro grosso e lento.

Jogo de posição

O jogo de posição precisaria de um texto inteiro para ser explicado por inteiro, então fiquemos com a definição mais básica: trata-se de um modelo de jogo que busca abrir o espaço na marcação adversária por meio de passes e movimentações inteligentes.

Como um modelo de jogo, o jogo de posição se utiliza de ferramentas como a amplitude e mecanismos como a superioridade numérica.

Ela parte do princípio de entender o futebol a partir do espaço x tempo, termo rebuscado, porém simples. Para jogar bola, qualquer um precisa de espaço, isto é, estar minimamente livre, e tempo para pensar no que fazer.

O jogo de posição busca, essencialmente dominar os espaços do campo (por isso a amplitude e a superioridade) para aí sim tratar do tempo de fazer as jogadas.

Ataque funcional

O ataque funcional não é necessariamente um modelo de jogo, mas é uma maneira de organizar o time a partir de uma ideia.

E mais fácil ser explicado a partir da sua oposição com o jogo de posição. Assim, o ataque funcional quer dominar primeiro o tempo para aí sim tratar dos espaços. Peguemos o uso da amplitude. No jogo posicional, o ponta colado na linha lateral quer criar a dúvida ao defensor a partir da sua posição. Nessa dúvida, tem o atacante tem o seu tempo para agir.

No funcional, esse ponta vai até a bola na hora certa de modo que consiga receber antes do defensor. Enquanto não é marcado, o “ponta funcional” pode progredir no espaço livre, driblar e criar outras jogadas.

Bloco

Há dois usos para a palavra bloco. Quando dizem que o time ataca em bloco, quer dizer que os jogadores avançam pelo campo agrupados e ao mesmo tempo.

Quando fala-se em defesa em bloco médio, baixo ou alto, refere-se ao time que se defende de maneira agrupada, com os jogadores se posicionando ao mesmo tempo. O médio/baixo/alto trata do quão perto esse agrupamento está do próprio gol.

Linha alta e linha baixa

Os termos “linha alta” e “linha baixa” bebem da mesma fonte de referencial espacial do bloco médio, alto e baixo. Trata-se do posicionamento da linha defensiva, isto é, da linha formada pelos zagueiros e laterais no campo.

Quando ela é alta, ela está próxima ao gol adversário; baixa, próxima do próprio gol. A média, portanto, só pode estar no meio do caminho. Quando fala-se em “linhas”, no plural, as linhas descritas são todas as formadas pelo time, seja a pelos zagueiros, a pelos meias e pelos atacantes, mesmo que esse último seja só um.

Linha sustentada

A linha sustentada é um assunto mais específico da defesa. Ela nada mais é do que a descrição de uma linha de defensores que procura sempre manter (sustentar) a mesma distância entre eles.

A imagem abaixo é bem clara. O funcionamento também: se o atacante pela direita passar dos marcadores do meio campo, os quatro defensores próximos à área devem se movimentar para fechar os espaços, não somente o lateral esquerdo que deve “ir à caça” do adversário.

Frame de jogo do Corinthians contra o Botafogo
A ideia da linha sustentada é diminuir ao máximo o espaço entre os defensores e impedir infiltrações no meio dela

Primeira linha

O termo “primeira linha” fala do momento defensivo de um time. Essa primeira linha é a formada pelos jogadores mais próximos do gol adversário — os atacantes, poranto — que devem dar o primeiro combate na saída de bola do oponente

Entrelinhas e quebrar linhas

Se há uma primeira linha de marcação, há outras. São pelo menos mais duas, a do meio e a do ataque. A do meio pode também desmembrar-se em duas linhas, as dos volantes e a dos meias.

No meio dessas linhas todas, há um espaço, o entrelinhas, geralmente buscado pelos meias e atacantes adversários. Para dar um exemplo mais óbvio, o espaço em que Messi atua, saindo da área e nas costas dos volantes, está nas entrelinhas, entre a linha do meio e a da defesa.

Quando um jogador faz um passe e encontra um jogador no espaço, ele então quebrou a linha de marcação, que terá de se desfazer para marcar o jogador nas suas costas. Quando um jogador consegue driblar um membro de uma linha de marcação e progredir, também é considerado que ele quebrou a linha.

Jogo apoiado

O jogo apoiado é um termo mais aberto, podendo se referir a diversos mecanismos e conceitos. No entanto, dá para resumi-lo como os movimentos de um determinado time de ter sempre alguém se aproximando do jogador que tiver a bola para criar uma opção de passe.

Marcação alta

A marcação alta é um termo generalista quanto ao local onde acontece a marcação de um time. Se temos o costume de falar que um time “subiu ao ataque”, a marcação alta, portanto, é no próprio campo de ataque.

O verbete, no entanto, não carrega conceitos específicos. Pode-se marcar alto de maneira mais ou menos intensa, pode-se pressionar, cercar, criar armadilhas, enfim.

Pressão pós-perda

Um dos mecanismos que podem ser feitos numa marcação alta é a pressão pós-perda ou o “perde-e-pressiona”. O nome é bastante explicativo. O time que está com a posse, quando a perde, pressiona intensamente o local onde aconteceu essa perda de bola, de modo a recuperá-la.

Não que essa pressão pós-perda dure eternamente. Ela geralmente é localizada e imediata; se não houver sucesso, o time que pressionou busca voltar à defesa e posicionar a marcação.

Temporização

Temporizar é, basicamente, ganhar tempo. Normalmente usado nas transições, o termo serve tanto para a defesa quanto para o ataque.

Defendendo, é pressionar ou cercar o adversário para ganhar tempo para o restante da marcação se posicionar. No ataque, que é carregar ou prender a bola esperando o momento certo para um passe ou para o melhor posicionamento de um atacante que se projeta.

Diminuir e encurtar

Para melhor compreender o termo, é só completar: diminuir ou encurtar o espaço. Quando você ouve um treinador gritar “diminui!”, ele está pedindo para sua defesa se aproximar do adversário que carrega a bola, mas não necessariamente tentar roubá-la.

Confira outros glossários do esporte:

Balanço

Balanço é outro termo que serve tanto para o ataque quanto para a defesa, só que com significados diferentes. No ataque, é trocar passes linearmente, movendo a bola da direita para a esquerda. Hoje, o movimento é tratado quase como uma maneira de temporizar.

O balanço defensivo, por outro lado, tem muito mais a ver com compensações nos posicionamentos, dependendo, claro, das ideias desse time.

Pode ser o lateral direito que fica na defesa durante o apoio do lateral esquerdo ou o ponta esquerda que recompõe após a bola ser perdida na direita, de modo a garantir que os defensores que façam a cobertura na direita não deixem um buraco no outro lado.

Flutuação

Flutuação é um movimento específico do ataque. É quando um jogador designado a uma posição, digamos, na direita, se move sem a bola para o meio, ou vice-versa. Fala-se em flutuar para diferenciar do momento em que o jogador conduz a bola de um lugar para o outro.

Saída lavolpiana e saída de três

Saída lavolpiana e saída de três são dois nomes para a mesma ação. Popularizado pelo técnico argentino Ricardo La Volpe, o movimento é simples: durante a saída de bola do tiro de meta, os dois zagueiros abrem em direção às linhas laterais mais próximas enquanto um volante ou meia recuam no meio dessa linha de zagueiros abertos.

A ideia por trás dessa ação básica é simultaneamente criar opções de passe curto e rasteiro para o goleiro e os defensores abertos e permitir que os laterais avancem e ganham campo, muitas vezes gerando amplitude.

Corredores

Quando se fala taticamente em corredores, não se refere à ultrapassagem de um lateral pelo companheiro que está ao seu lado, mas de uma divisão imaginária e específica do campo.

Imagine que sejam traçadas quatro linhas entre as duas linhas fundo. Essas linhas verticais não são equidistantes entre si, mas acabam dividindo o campo em cinco porções verticais.  Cada uma delas é um corredor, sendo dois externos e dois internos de cada lado, além do corredor central.

Terço e terço final

Se os corredores são fruto de uma divisão imaginária vertical, os terços são horizontais. Como o nome diz, dividem o campo em três partes iguais. O terço final, assim, é a parte mais próxima ao gol adversário — depende do referencial, portanto.

Quadrante

O quadrante é o espaço que junta a divisão vertical dos corredores e a horizontal dos terços. Sobrepondo esses eixos, formam-se quadrantes.

Interno ou interior

Interno já é um vocabulário de posicionamento individual. Um interno é um jogador que jogar, ora, pelo meio, na parte interna do campo. Geralmente é usado para se referir a um meia que fica no meio termo entre um armador e um volante.

Na Copa do Mundo de 2018, esse papel no meio campo da Seleção Brasileira era de Renato Augusto.

Extremo

Se o interno joga pelo meio, o extremo então…É um termo geralmente usado para se referir a pontas que não são pontas por função, isto é, jogadores de ataque que jogam mais abertos, podendo gerar amplitude, mas que não são necessariamente dribladores ou armadores.

O termo “extremo desequilibrante”, que falamos no começo do texto e que só foi usado por Tite na Copa do Mundo, trata dos jogadores que atuam nessa faixa de campo mas são sim capazes de dribles e passes que desequilibram a defesa. Pontas, em outras palavras. É cada uma…

Box-to-box

O box-to-box é um termo importado da Inglaterra. Lá, “box” é a área. A tradução do termo é literal: o jogador que vai de área a área. Lá, assim como aqui, é algo “exclusivo” de volantes, que no caso atacam e defendem com a mesma intensidade e mesmo volume.

Imagem de Paulinho comemorando gol pela Seleção Brasileira
Paulinho foi o volante “box-to-box da Seleção na Copa do Mundo de 2018 (Reprodução/CBF)

Ritmista e regista

O ritmista ou regista é um jogador de meio campo, geralmente jogando mais recuado, que dita o ritmo da partida e rege a circulação de bola.

É a designação moderna de um armador. Pirlo foi assim chamado enquanto jogava; Gérson, o da Seleção de 1970, e Didi, da Copa de 1958, poderiam ter essa alcunha. Para os mais antigos, são os meia direitas, ou “8”, repaginados.

Pivote

Outro termo importado, dessa vez da Espanha. Ao contrário do que se pode imaginar, o pivote é um jogador defensivo. Mas a raiz do seu significado não é tão distante assim do nosso tradicional “pivô”.

Se o pivô é um atacante que joga de costas para a defesa e serve como um ponto de referência, um eixo de giro para o ataque, o pivote faz a mesma função na saída de bola. É o volante que fica de costas para a marcação e faz girar a bola durante a construção. O espanhol Sergio Busquets é um mestre nessa função.

Lateral interno e lateral construtor

Apesar de parecidos, lateral interno e lateral construtor querem dizer coisas distintas. O primeiro trata do posicionamento do lateral no ataque. Este, ao invés de fazer as jogadas próximas à linha lateral, as faz no meio do campo, geralmente nos corredores internos.

O lateral construtor, por sua vez, é uma função, que pode ser exercida tanto junto das linhas laterais quanto mais para o meio. Essa função de construtor é literal: construir jogadas, buscando passes tabelas, é um jogador que as inicia, não as termina com um cruzamento, por exemplo. O Daniel Alves da Seleção Brasileira é um craque nesse quesito.

Duelos e embates

Entrando agora nos verbetes de scout e análise de desempenho, duelos e embates são quaisquer ações de disputa de bola enter dois jogadores. O 1 x 1 é um duelo rasteiro, assim como um “pé de ferro” de uma bola que sobra. Já um zagueiro e um atacante pulando para o cabeceio é um embate aéreo.

Pré-assistência

Se uma assistência é um passe que leva à finalização que marca um gol, a pré-assistência é o passe que leva à assistência. As pré-assistências mais comuns são as bolas enfiadas nas pontas, que resultam em cruzamentos de primeira que aí sim levam ao gol.

Passe-chave

O passe-chave é, basicamente todo o passe que leva a uma chance de gol, sendo ele aproveitado ou não. Pré-assistências e assistências são passes-chave, por exemplo, assim como o lançamento para um atacante que chuta para fora ou mesmo que fure a bola.

Portador

Outra expressão melhor explicada quando completa: portador da bola. É, literalmente, o jogador que está com a bola dominada. É um termo referencial. Por exemplo, a pressão pós-perda ataca o portador da bola, enquanto o balanço defensivo cuida de quem não está com ela.

Futebol moderno

Outro termo amplo, vago, confuso, até. Uns o usam para falar da ordem econômica e mundial do futebol contemporâneo, de cifras altíssimas, de arenas, de sócio-torcedor e outras expressões dessa configuração sociopolítica.

Outros o enxergam como referencial para modelos de jogo que empregam muitos dos conceitos e mecanismos descritos nessa lista. Há até quem cole o futebol moderno à um estilo de jogo específico, como o Jogo de Posição, por exemplo.

Amado, odiado, iluminador, confuso, o futebol moderno é um fato. Assim como os seus termos.

Expressões dos técnicos no futebol moderno

  • Propor o jogo
  • Jogo reativo
  • Momento ofensivo e momento defensivo
  • Transição
  • Amplitude
  • Profundidade
  • Superioridade
  • Jogo de posição
  • Ataque funcional
  • Bloco
  • Linha alta e linha baixa
  • Linha sustentada
  • Primeira linha
  • Entrelinhas e quebrar linhas
  • Jogo apoiado
  • Marcação alta
  • Pressão pós-perda
  • Temporização
  • Diminuir e encurtar
  • Balanço
  • Flutuação
  • Saída lavolpiana e saída de três
  • Corredores
  • Terço e terço final
  • Quadrante
  • Interno ou interior
  • Extremo
  • Box-to-box
  • Ritmista e regista
  • Pivote
  • Lateral interno e lateral construtor
  • Duelos e embates
  • Pré-assistência
  • Passe-chave
  • Portador
  • Futebol moderno

Agora que você é um nerd dos termos dos técnicos de futebol, que tal conferir outros conteúdos sobre as maiores mentes do futebol? Veja também:

*Última atualização em 20 de outubro de 2020

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