Se tem um cara que conseguiu dificultar para os brasileiros em 2023, foi o australiano Ethan Ewing. O surfista terminou como o segundo melhor do mundo na temporada, perdendo para Filipe Toledo no WSL Finals.

De fato, a bela campanha de Ethan na competição decisiva quase não aconteceu, já que o Aussie sofreu uma grave lesão em Teahupo'o e precisou suar para se recuperar a tempo do evento na Califórnia.

Em Trestles, Ewing mostrou força e superou João Chianca e o local Griffin Colapinto, considerado o grande concorrente para Toledo na luta pelo troféu de campeão mundial.

 

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Michael Rodrigues opina sobre Ethan Ewing

Ethan Ewing vence lesão e João Chianca de forma arrasadora
Matt Dunbar/World Surf League

De um surfista do circuito mundial para outro, o brasileiro Michael Rodrigues marcou presença no podcast Surf 360° e comentou sobre as habilidades de Ethan Ewing:

Eu acho que ele é um cara que encontrou uma forma diferente; o surf dele é estudável. Como eu falei, eu tenho algumas horas de estudo por dia e estudamos bastante o Ethan Ewing, que encontrou uma forma de bater de frente com o surf de borda dele”.

Em seguida, Michael Rodrigues definiu Ethan Ewing como um cara trabalhador e um fenômeno:

Eu acredito que ele é um fenômeno. Se você para pra acompanhá-lo, de férias ele foi para Fiji. Eu vejo ele como um cara trabalhador, igual o Mick Fanning no primeiro título mundial.

Eu vejo o Ethan Ewing como um cara trabalhador, e isso bate talento sim, trabalho duro, e o talento e surf que ele já tem, o tempo que ele tem com o shaper dele, a estrutura familiar viajando com o pai, esses quesitos fazem ele bater de frente com a galera por um bom tempo, e ele é novo ainda”, afirmou Michael Rodrigues.

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