A janela para o WSL Finals já começou e a expectativa para o evento começar é gigante. No entanto, os atletas seguem esperando as melhores condições em Fiji.

Enquanto isso, os surfistas aproveitam para treinar e se concentrar para o momento decisivo. Porém, a revista Stab fez uma pergunta curiosa aos atletas: 10 milhões de dólares ou o título mundial?

Entre os dez surfistas na disputa, dois escolheram o dinheiro e os outros optaram pelo título mundial. Confira.

10 milhões de dólares ou ser campeão mundial no WSL Finals?

Logo de cara, a primeira surfista a opinar no vídeo foi a atual campeã mundial, Caitlin Simmers, que escolheu o dinheiro em vez de seu segundo título.

Em seguida, Griffin Colapinto, Caroline Marks e Italo Ferreira escolheram o título mundial. O brasileiro inclusive afirmou que é mais importante fazer história.

É muito dinheiro, mas sinto que o troféu é mais importante do que o dinheiro. Sim. É sobre história.

Depois, Jack Robinson afirmou que os dois são bons e não deu uma resposta exata. Gabriela Bryan escolheu o título mundial e o sul-africano Jordy Smith escolheu o dinheiro pensando na família.

Provavelmente ficaria com 10 milhões de dólares. 10 milhões de dólares realmente dariam segurança para minha família por muito tempo, e provavelmente até para os filhos deles.

Por fim, Yago Dora, Bettylou Sakura Johnson e Molly Picklum também escolheram o título mundial.

Acho que um título mundial, com certeza. O dinheiro não compra sonhos, e acho que é muito legal realizar um sonho desses”, afirmou Molly Picklum.

As escolhas dos surfistas do WSL Finals

10 milhões de dólares

  • Cailtin Simmers
  • Jordy Smith

Título mundial

  • Griffin Colapinto
  • Caroline Marks
  • Italo Ferreira
  • Gabriela Bryan
  • Yago Dora
  • Bettylou Sakura Johnson
  • Molly Picklum
WSL Finals: os surfistas escolheram entre 10 milhões de dólares ou o título mundial
Surfistas do WSL Finals [WSL]

Quando começa o WSL Finals 2025?

A WSL estuda abrir a janela do Finals já no dia 2 de setembro, mas desta vez existe uma diferença em relação a todas as edições anteriores.

Se o vento atrapalhar logo no início em Cloudbreak, a liga pode recorrer a um formato inédito: dividir a decisão em dois dias consecutivos.

O plano seria começar a disputa pelo título em Restaurants, na terça-feira (2), e levar a definição para Cloudbreak, na quarta-feira (3).

Há ainda um detalhe importante para os brasileiros: o fuso horário. Quando em Fiji já for dia 2, no Brasil ainda será segunda-feira (1). As chamadas oficiais para o início das baterias permanecem às 16h30, no horário de Brasília.

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Thiago Felipe Camargo Content Sub-Coordinator

Editor no Esportelândia. Criador e administrador da página Surf News Brasil, uma das maiores referências de informação sobre Surf no Brasil. Passagens por PL Brasil e Quinto Quarto. Está no Esportelândia desde 2022.