Saiba quais são os tenistas que vêm ganhando destaque e desafiando os campeões no circuito mundial de tênis masculino

O ano de 2021 pode vivenciar uma competitividade maior no tênis masculino, com nomes promissores desafiando a hegemonia do sérvio Novak Djokovic e do espanhol Rafael Nadal. Essa é uma aposta do ex-número um do tênis Juan Carlos Ferrero, que treina o jogador Carlos Alcaraz – ambos espanhóis. “Djokovic e Nadal nos mostraram este ano [2020] que ainda têm a ambição e o físico para competir pelos maiores títulos do nosso esporte. Se eles vencerem alguns Grand Slam a mais não será uma surpresa, mas sinto que em 2021 teremos outros favoritos, outros jogadores com boas chances de vencer Slam”, afirmou Ferrero, segundo o portal UOL.

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Djokovic terminou 2020 como líder do ranking mundial do tênis, mesmo sem ter conseguido chegar à final do ATP Finals, torneio realizado em Londres que reuniu os melhores da temporada. Campeão do Australian Open 2021, realizado em fevereiro, o sérvio, aos 33 anos, está com 12.008 pontos no ranking ATP. É confortável a vantagem de Djokovic sobre o segundo colocado, o russo Daniil Medvedev, de 25 anos, que tem 9.940. Medvedev ultrapassou recentemente Nadal, 34 anos, que está com 9.670.

Porém, o tenista mais bem pago do mundo não é Djokovic nem Nadal, de acordo com um levantamento publicado em agosto pela revista Forbes. O título pertence ao suíço Roger Federer. Segundo a matéria, Federer embolsou US$ 106,3 milhões no período que foi de junho de 2019 a junho de 2020. O tenista, de 39 anos, é também o atleta mais bem pago do mundo.

Djokovic vem em segundo lugar na lista, com uma remuneração abaixo da metade de Federer. O sérvio ganhou US$ 44,6 milhões no período analisado pela Forbes, segundo a revista. Nadal vem na sequência, com US$ 40 milhões. A primeira mulher da lista é a japonesa Naomi Osaka, em quarto lugar geral, com US$ 37,4 milhões. Mais abaixo, a americana Serena Williams, o japonês Kei Nishikori, a australiana Ashleigh Barty, o russo Daniil Medvedev, o austríaco Dominic Thiem e a romena Simona Halep.

Um nome que não está na lista é a grande revelação do Australian Open, disputado em fevereiro – o russo Aslan Karatsev, de 27 anos. Ele jogou contra Djokovic na semifinal e se tornou o primeiro tenista do século XXI a ganhar uma vaga em um Grand Slam através do processo classificatório e, no final, chegar tão longe. Como resultado, Karatsev, que estava em 114º lugar no ranking mundial em fevereiro, agora está em 27º, com 1.888.

Outras estrelas em ascensão no tênis são o russo Medvedev, o grego Stefanos Tsitsipas, e o austríaco Dominic Thiem – apesar da performance decepcionante de Thiem, de 27 anos, no Australian Open, no qual o tenista sofreu uma dura derrota por sets diretos nas oitavas de final. Ainda assim, o austríaco se mantém em quarto lugar no ranking mundial, com 8.625 pontos.

Grandes tenistas anteriores

Djokovic, Fereder e Nadal já conquistaram seu lugar na galeria dos maiores atletas da história do tênis masculino. Porém, a trajetória do esporte vai além do trio de atuais campeões. Os melhores tenistas de eras anteriores são considerados o americano Pete Sampras, hoje com 49 anos e aposentado desde 2002, e o sueco Björn Borg, que tem 64 anos e se aposentou em 1993.

Sampras, natural do estado de Maryland, foi recordista em número de títulos de Grand Slam – foram 14 ao todo. Mais tarde, ele seria ultrapassado por Federer e Nadal, que possuem 20 cada um. Sampras exerceu hegemonia no tênis na década de 1990 e ficou 286 semanas no topo do ranking mundial, um recorde batido apenas por Federer.

Já Borg fez sucesso muito jovem. Todos os seus 11 títulos de Grand Slam foram obtidos até os 25 anos de idade, quando o sueco se aposentou precocemente. Ele nunca disputou o Australian Open, o que impediu que seu número de conquistas fosse ainda mais alto. Borg possui 89% de aproveitamento entre todas as partidas de Grand Slam que disputou – mais que Federer, Djokovic, Nadal e Sampras. No início da década de 1990, ele tentou voltar ao tênis, mas, dessa vez, não obteve sucesso.

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