Depois de três dias recheados de baterias, em fim veio a primeira nota 10.00 do circuito em Portugal (Peninche).  Diante disso, o ato foi realizado pelo americano Griffin Colapinto no triunfo diante do Kolohe Andino, na bateria das quartas de finais do masculino.

Em suma, Colapinto que já conquistava a bateria, ainda obteve tempo de achar um aéreo perfeito nos minutos finais, ganhando então a maior nota dos juízes. Decerto, como um ato de Fairplay, a cena foi ovacionada até por Kolohe Andino, já se contentando com a derrota.

  • Início de carreira

Inicialmente, o surfista tem origem de San Clemente, na Califórnia, Griffin surfou pela primeira vez aos 2 anos, “de carona” na borda de longboards de parentes em Trestles. Por outro lado aos 7, já continha independência para surfar sozinho e chamar a atenção dos amigos.  Decerto, no ano seguinte, começou a comparecer em competições.

Antes de mais nada, sem validar um campeão mundial desde 2011, com Kelly Slater, os EUA depositaram todas as suas fichas  em um garoto de 19 anos, ainda com cara de adolescente, para chegar novamente ao topo do surfe.

O surfista em que foi depositado essa esperança é Griffin Colapinto, campeão do Qualifying Series (QS), a divisão de acesso do circuito, e estreante no Championship Tour (CT), a primeira divisão mundial da modalidade, em 2018.

  • Evolução no CT

Incialmente, o americano usou de um método  que agregou técnica e agressividade, com isso Colapinto saltou do 32º lugar no QS, obtido em 2016, para a liderança do ranking deste ano, sem contar que o mesmo ficou com o vice-campeonato mundial júnior, na Austrália.  Decerto, Colapinto se consagrou no cenário do Circuito Mundial  em 2018 ao ser finalista nas duas etapas finais do QS no Havaí, em novembro.

Por fim, Colapinto conseguiu ser patrocinado por grandes marcas ligadas ao surfe, como a Billabong, o americano também já contém exitô nas redes sociais, com mais de 50 mil seguidores no Instagram.