Confira o guia da NBA 2020/2021: os times, os jogadores, os favoritos, as principais negociações, o calendário e onde assistir

Chegou mais uma vez aquela época do ano. Sim, aquela de ficar acordado até tarde, de se enrolar no inglês e, claro, de se encantar com os craques do basquete. É a hora da NBA 2020/2021.

Longe de ser a ideal mas já com a boa experiência da bolha de Orlando, a nova temporada NBA promete os mesmos belos lances, as boas histórias e a qualidade no jogo de basquete.

No texto a seguir, montamos um guia dinâmico, perfeito para quem quer se inteirar de todos os times e do que esperar da competição em 2021. Então ponha a sua cabeça no jogo e vamos nessa!

A organização da temporada da NBA 2020/2021

Imagem da comemoração do título Lakers na NBA
(Douglas P. DeFelice/Getty Images)

A NBA 2020/2021 se inicia na mesma toada do final da temporada 2019/2020. Em outras palavras, o foco da organização será no controle da covid-19 e na experiência do telespectador, já que os ginásios, a princípio, não receberão público.

Sem a possibilidade de reproduzir a bolha dos últimos playoffs, o jeito foi tornar especialmente rígidas as condutas sanitárias. Reproduzidas num relatório de quase 200 páginas, as regras de viagem estabelecem até um controle do tempo livre dos atletas.

Nas delegações, máximo de 17 jogadores e 45 pessoas no total. Fora das quadras, bares, shows e quaisquer outras aglomerações estão proibidas. Reuniões caseiras são para no máximo 15 pessoas.

O controle é feito a partir de severas multas esportivas e financeiras. Um disque-denúncia, testado e aprovado em Orlando, também será disponibilizado.

O protocolo de saúde segue o mesmo. Testes diários, quarentena compulsória de 10 dias para os positivados e liberação mediante dois resultados negativos seguidos e mais dois dias de treino isolados. Pelo menos 12 dias de afastamento, portanto.

O play-in da NBA 2020/2021

Outra novidade “importada” da bolha de Orlando são os jogos de play-in, a repescagem dos playoffs. A diferença está na participação também dos 7º e 10º colocados, e da aplicação para ambas as conferências — em 2019/2020, apenas o 8º e o 9º do Oeste participaram.

O funcionamento será assim:

  • 7º e 8º colocados da temporada regular de cada conferência se enfrentam pela vaga direta nos playoffs
  • 9º e 10º colocados da temporada regular de cada conferência duelam por uma vaga no play-in
  • Os perdedores dos primeiros confrontos e os vencedores dos segundos jogam pela última vaga nos playoffs de cada conferência

Todos os confrontos que envolvem o play-in serão como séries de melhor de dois para os melhores classificados na temporada regular. Para eles, basta vencer uma partida que avançam; as equipes de pior campanha jogam por duas vitórias consecutivas.

Quando começa a NBA 2020/2021?

A NBA 2020/2021 começa oficialmente no dia 22 de dezembro. A temporada regular se estende até 11 de maio, com uma pausa em março para a data que seria do All-Star Weekend, que foi curiosamente adiada para 2024.

Os play-ins se desenrolam entre os dias 18 e 21 de maio. No dia 22, começam os playoffs da NBA 2020/2021.

Onde assistir à NBA 2020/2021?

Não faltam meios nem canais para você assistir à NBA 2020/2021. Na TV aberta, a Band fechou um acordo de longo prazo que resultará em mais de 50 jogos transmitidos com exclusividade na temporada. São dois jogos por semana, geralmente nos últimos horários, depois das 22h.

Na televisão a cabo, ESPN e Sportv dividem o pacote da NBA. Cada um transmite suas próprias partidas, que são acordadas individualmente com a organização. Nos playoffs, o canal da Globo fica com o Oeste, enquanto o grupo Disney transmite o Leste e as Finais.

As extensões da internet como Globoplay e ESPN App também disponibilizam os jogos, naturalmente.

Por último, existe a opção do NBA League Pass, o pay per view próprio da Liga. Entre os diversos pacotes, destacam-se o que disponibiliza absolutamente todos os jogos e aquele que libera os do seu time favorito.

Os favoritos ao título da NBA 2020/2021

Você verá a seguir que a dinâmica de forças se alterou um pouco na liga. Ainda assim, os favoritos ao título da NBA 2020/2021 seguem os mesmos: Los Angeles Lakers, pelo Oeste, e Milwaukee Bucks, pelo Leste. LA Clippers, Denver Nuggets e Miami Heat correm por fora.

A disputa na Conferência Oeste da NBA 2020/2021

Lebron James e Anthony Davis
(Divulgação)

Começamos o nosso guia da NBA 2020/2021 com a conferência campeã de 2019/2020.

Se combinados os acontecimentos da última temporada com as movimentações na off-season, o Oeste deve seguir com o topo inalterado. O que não quer dizer que as principais franquias não terão boas novidades para se acompanhar.

É no bloco intermediário que deveremos ter as maiores disputas, ainda mais com o play-in. Houve uma certa inversão entre as forças mais tradicionais, que perderam (e podem perder mais) referências importantes, e as equipes mais emergentes, que devem enfim consolidar suas reconstruções.

Lakers isolado, Clippers em xeque e o próximo passo do Nuggets

Atual campeão, o Los Angeles Lakers foi também um dos grandes players do mercado da offseason. Montrezl Harrel e Dennis Schroder — 1º e 2º no prêmio de sexto homem de 2019/2020, respectivamente — aumentaram a profundidade e deram um upgrade no atleticismo do elenco.

Marc Gasol, campeão com o Toronto em 2018/2019, mantém a experiência no garrafão e mais opções de jogadas fora dele.

Combinados esses ótimos negócios com a confiança do título e as renovações com LeBron James de Anthony Davis, o Lakers se isola como a principal força da NBA 2020/2021.

Resta agora ao LA Clippers correr atrás. A decepcionante eliminação nas semis dos playoffs ceifou o técnico Doc Rivers do cargo e fez subir a pressão sobre a dupla Kawhi Leonard e Paul George.

Para a competitividade, Ty Lue, comandante do único título de LeBron com o Cavaliers, assumiu a bucha. O francês Nicolas Batum, o hispano-congolês Serge Ibaka e o estadunidense Luke Kennard revigoram o elenco, que segue com Lou Williams como o sexto homem de confiança.

As mesmas semis que bagunçaram a Califórnia trouxeram ânimo e confiança em Denver. O momento agora é do próximo passo para o Nuggets. É a vez de Nikola Jokic se consolidar como estrela, de Jamal Murray se credenciar entre os principais armadores da liga e do time se moldar para ser dominante nas partidas decisivas.

O duelo entre Lillard, Doncic e Mitchell

damian lillard portland

Se mantiverem o desempenho da bolha, Utah Jazz, Dallas Mavericks e Portland Trail Blazers devem se classificar para os playoffs sem grandes problemas. E mesmo se não estiverem em seu ápice, contam com armadores extra-classe para resolver partidas aqui e acolá.

O Jazz não presenteou Donovan Mitchell com alguma grande companhia, mas manteve Mike Conley e o pivô Rudy Gobert, o melhor defensor em sua posição na NBA. Pelo menos por enquanto.

O Dallas pode dizer que ao menos trouxe o versátil e regular Josh Richardson para auxiliar Luka Doncic no perímetro. Mas o que importa mesmo é a forma física de Kristaps Porzinguis, pivô essencial para dividir o peso do mais eficiente ataque da história da NBA.

Damian Lillard não tem o que reclamar das movimentações do Trail Blazers. Além da manutenção do fiel escudeiro C.J McCollum e de Carmelo Anthony, o veterano resurreto, o elenco foi encorpado para a nova temporada.

Enes Kanter, Derrick Jones Jr. e Harry Gilles III podem não ser de alto nível, mas estavam entre as melhores opções do mercado. Robert Covington, no entanto, chega para ser titular.

O Golden State Warriors e os emergentes

A lesão que tirou Klay Thompson da temporada tirou também as maiores ambições do Golden State Warriors no campeonato, pelo menos em desempenho. Até porque não podemos jamais menosprezar um Steph Curry recuperado, descansado e faminto.

Ainda assim, até que a equipe estabeleça a sua dinâmica sem um dos Splash Brothers  — ou, quem sabe, atue no mercado atrás de um substituto — ela fica posicionada no bloco que visa o play-in. Andrew Wiggins e Kelly Oubre Jr. ganham maior importância nesse contexto.

Juntam-se ao Warriors nessa disputa algumas das principais franquias emergentes da NBA. Na expectativa da primeira temporada completa de Zion Williamson, o Pelicans aposta na continuidade de Brandon Ingram como principal pontuador, auxiliado agora pelo bom Steven Adams no garrafão.

O Memphis Grizzlies vai no ritmo de suas jovens estrelas, Jaren Jackson Junior e Ja Morant — eleito o melhor rookie de 2019/2020. Se os dois foram suficientes para chegar ao play-in da bolha…

Por fim, há o discutivelmente melhor time da bolha. Na verdade, entre todos deste bloco, é o Phoenix Suns quem inspira maior confiança.

Se Devin Booker conseguiu liderar o grupo da temporada passada a 10 vitórias consecutivas em Orlando, com a estrelada companhia de Chris Paul e a valiosa ajuda do vice-campeão Jae Crowder, deve finalmente dar o seu passo ao estrelato.

As dúvidas no Texas e a reconstrução em Oklahoma

Há tempos que a parte debaixo da tabela era cotada para ser tão bem habitada. Karls-Anthony Towns, DeMar DeRozan, John Wall e, pelo menos por enquanto, James Harden devem ser os líderes experientes de reconstruções.

O primeiro segue tentado dar maior competitividade ao Minnesota Timberwolves, agora melhor munido do perímetro por D’Angelo Russel e Ricky Rubio.

Já DeRozan é a humilde estrela da renovação do San Antonio Spurs. O time de Gregg Popovich tem ativos interessantes para o mercado. Resta saber se irão aprofundar a reconstrução ou tentar um tiro certo para voltar aos playoffs.

O Houston Rockets experimenta a maior queda técnica da NBA 2020/2021. O técnico Mike D’Antoni, Westbrook e Covington pularam do barco; P.J Tucker também flerta com um pedido de troca. Mas o pior ainda está por vir: Harden parece muito próximo de uma saída.

Tudo indica que a bucha cairá sobre Wall que, ainda que receba bons companheiros em uma possível troca do “Barba”, deve ser o líder de mais outra rebuild da conferência Oeste.

Eliminado pelo Rockets nos últimos playoffs, o Oklahoma City Thunder segue o mesmo processo. “Finalmente”, dizem os dirigentes do OKC.

O time já apontava para o uso de jovens e uma observação mais profunda do elenco após as saídas de Paul George e Westbrook, mas o encaixe do grupo com Chris Paul levou à fase final. Agora com a saída de CP3 e Dennis Schroder, não tem mais jeito.

O Sacramento Kings até já está avançado em seu processo de renovação, com jovens consolidados como De’Aaron Fox e Marvin Bagley III. Um encaixe, portanto, pode até fazer o time sonhar com uma arrancada para a 10ª posição. Mas ainda é um grande “se”.

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A disputa na Conferência Leste da NBA 2020/2021

melhores alas pivos da nba giannis antetokounmpo

Não podemos descartar a possibilidade da conferência Leste aprontar outra supresa nas finais da NBA 2020/2021. A nova temporada calhou de culminar no surgimento de novas forças com uma perda de fôlego de alguns dos “donos” mais recentes.

Na zona do play-in, disputa não é tão empolgante quanto no Oeste. Deve render uma boa competição mesmo assim. Na parte debaixo da tabela, as reconstruções de algumas franquias pouco empolgam para este ano mas dão boas perspectivas para o futuro.

A Dinastia Grega, a Heat Culture e as dúvidas em Boston e Philly

É perigoso falar em “dinastia” na NBA sem mencionar Jordan, Magic Johnson, Bill Russel e limitadíssima companhia. Mas deve ser o que o Milwaukee Bucks prometeu a Giannis Antetokoumpo para selar a renovação máxima do contrato entre os dois — além da maior grana da história da NBA, claro.

Uma “dinastia no Leste” é mais realista. E fica mais paupável com as adições de Jrue Holiday e D.J Augustin no perímetro. O primeiro como titular e o segundo como sexto homem, claro.

A maior ameaça à “Dinastia Grega” é a Heat Culture. Referendado pela campanha dos sonhos da última temporada, o Miami Heat conta com um Jimmy Butler mais faminto e num Bam Adebayo ainda mais confiante. E aposta no progresso de Duncan Robinson e Tyler Herro.

Enquanto isso, dúvidas no clássico da Divisão Atlântica. Mas de teores diferentes. Sem Gordon Hayward, que não renovou o contrato, e Kemba Walker, resolvendo um problema sério no joelho, o Boston Celtics deixa no ar o questionamento sobre seu desempenho. Haja Jayson Tatum e Jaylen Brown.

O Philladelphia 76ers, por sua vez, tem nas chegadas de Danny Green e Seth Curry as tão esperadas opções de pontos do perímetro. A dúvida é quanto a Doc Rivers, experiente e que fez ótima temporada regular com o Clippers. Mas foi duramente criticado nos playoffs. Conseguirá o “Doutor” tirar o melhor de Joel Embiid e Ben Simmons?

O começo do Nets e o fim do Raptors?

Kevin Durant, jogador profissional de basquete

Toronto Raptors e Brooklyn Nets não vislumbram o topo do Leste mas não devem ter problemas para se garantir nos playoffs. Apesar da mesma situação competitiva, as duas franquias vivem momentos opostos.

O Raptors começa a temporada parecendo um pouco sem fôlego depois de anos no alto nível. Pelo menos em questão de elenco. O núcleo titular, claro, segue sólido, com Kyle Lowry liderando e Paschal Siakam despontando como um pontuador de elite. E com o excelente Nick Nurse no comando, claro.

Os Nets, por sua vez, devem enfim dar início a uma das mais esperadas duplas de toda a NBA. Kevin Durant e Kyrie Irving podem ser o epicentro de uma das mais novas potências do Leste. Mas enquanto não encaixam com o resto do grupo e com o técnico Steve Nash, seguem como forças emergentes. Pelo menos na fase regular do campeonato.

Play-in do Leste: Perímetro do Wizards e o mercado do Hawks

O play-in do Leste parece demarcado desde já, com Indiana Pacers, Atlanta Hawks, Washington Wizards e Orlando Magic.

Desses, chamam mais a atenção o Wizard e o Hawks. A franquia de Washington montou uma das mais fortes duplas de perímetro da NBA 2020/2021 com Russel Westbrook e Bradley Beal. Westbrook pode crescer novamente na posição de líder e Beal enfim deve ter um companheiro mais regular. Pelo menos fisicamente.

Já o Hawks dá sequência à segunda fase de sua reconstrução. O núcleo jovem com Trae Young, Huerter e Collins, mais Clint Capela tem só a ganhar com as ótimas adições da offseason. O campeão Rajon Rondo, o prolífico Danilo Gallinari e o versátil Bogdan Bogdanovic encorpam o maior candidato a ser a pedra no sapato dos líderes do Leste.

O Indiana Pacers classifica-se pela inércia, ao manter o bom e equilibrado time do ano passado. O retorno de Victor Oladipo deve ser importante para os momentos decisivos. Isso se a diretoria não promover algumas movimentações no mercado.

Já o Orlando Magic avança ao play-in pela falta de concorrência mais séria. A equipe, que já não inspirou muita confiança nos momentos mais importantes do ano passado, não foi capaz de trazer ajudar para Nikola Vucevic, o pivô “faz-tudo”.

Paciência e bons ares para Bulls, Knicks e Hornets

Na rabeira do Leste, os bons caminhos de Chicago Bulls, New York Knicks e Charlotte Hornets contrastam com as aparentes patinadas estratégias de Cleveland Cavaliers e Detroit Pistons.

Os dois últimos mostram uma certa dificuldade de montar grupos equilibrados, que favoreçam seus pontos fortes. O jovem Killian Hayes, draftado em 7º em 2020, por exemplo. Terá a bola para evoluir com Derrick Rose — que pode surpreender — e Blake Griffin em quadra?

O Cavs tem ainda mais material humano para trabalhar. E jovem, com Garland, Porter Jr., Sexton e o recém-draftado Isaac Okoro. Mas são Kevin Love e Andre Drummond os jogadores ideais para liderá-los?

Enquanto isso, o Chicago Bulls mostra, enfim, um vislumbre de um futuro. Baseado, claro, no encontro da base de Zach LaVine e Markkanen com o bom técnico Billy Donovan, ex-OKC. Olho também em Patrick Williams, escolha nº4 do Draft.

O Knicks sempre vai ser o Knicks, né. Mas nesse ano conseguiu acumular bons garotos —R.J Barett, Kevin Knox, Mitchel Robinson e rookie Obi Toppin — com um experiente treinador, Tim Thibodeau. Até Julius Randle ganhou uma companhia mais rodada, o armador Austin Rivers.

O Hornets também se mostra mais equipado para o futuro. Gordon Hayward — que já machucou a mão e deve perder o começo da temporada — e LaMelo Ball, o número 1 do Draft, encorpam uma base que já tinha lá seu punhado de talento. Principalmente em Devonte Graham e Terry Rozier.

Calendário da NBA 2020/2021

A temporada regular da NBA 2020/2021 começa no dia 22 de dezembro. Até a madrugada do dia 23 para o 24, todos os times já terão atuado uma vez:

Terça-feira (22/12)

  • Brooklyn Nets x Golden State Warrios (21:00)
  • Los Angeles Lakers x LA Clippers (00:00)

Quarta-feira (24/12)

  • Philadelphia 76ers x Washington Wizards (21:00)
  • Orlando Magic x Miami Heat (21:00)
  • Cleveland Cavaliers x Charlotte Hornets (21:00)
  • Indiana Pacers x New York Knicks (21:00)
  • Boston Celtics x Milwaukee Bucks (21:30)
  • Toronto Raptors x New Orleans Pelicans (21:30)
  • Memphis Grizzlies x San Antonio Spurs (22:00)
  • Houston Rockets x Oklahoma City Thunder (22:00)
  • Chicago Bulls x Atlanta Hawks (22:00)
  • Minnesota Timberwolves x Detroit Pistons (22:00)
  • Denver Nuggets x Sacramento Kings (23:00)
  • Portland Trail Blazers x Utah Jazz (00:00)
  • Phoenix Suns x Dallas Mavericks (00:30)

Quando começam os playoffs da NBA 2020/2021?

Os playoffs da NBA 2020/2021 começam no dia 22 de maio de 2021. Eles se desenrolam até no máximo dia 22 de julho. As finais ainda não tem data definida. Antes, disso tudo, do dia 18 ao 21 de maio, acontecem os jogos de play-in, a repescagem.

Quando serão as finais da NBA 2020/2021?

As finais da NBA 2020/2021 ainda não têm data definida. Sabe-se que serão depois do dia 22 de julho, data limite para o fim dos playoffs.

E aí, ansioso para a temporada da NBA 2020/2021? Então aproveite o hype e confira outros conteúdos sobre basquete:

*Última atualização em 17 de dezembro de 2020

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