Qual a melhor corrida da Fórmula 1 em todos os tempos? Veja a lista dos 20 melhores GPs da história da categoria

O que faz uma corrida ser considerada uma das melhores da história? 

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Podemos citar brigas intensas pela primeira colocação, muitas ultrapassagens, recuperações espetaculares, acidentes e até chuva. 

Todos esses ingredientes estão reunidos na nossa lista das 20 melhores corridas da Fórmula 1 em todos os tempos. 

Confira a relação e relembre GPs com apresentações incríveis de Ayrton Senna, Alain Prost, Lewis Hamilton, Michael Schumacher e outras lendas do automobilismo!

Melhores corridas da história da Fórmula 1

  • GP do Brasil de 2008
  • GP da Austrália de 1986
  • GP do Brasil de 2012
  • GP do Canadá de 2011
  • GP da Grã-Bretanha de 1987
  • GP de Abu Dhabi de 2010
  • GP de Mônaco de 1992
  • GP do Brasil de 2007
  • GP da Alemanha de 2019
  • GP da Europa de 1997
  • GP do Japão de 1988
  • GP da Europa de 1993
  • GP da Alemanha de 2000
  • GP do Japão de 2005
  • GP do Azerbaijão de 2017
  • GP do Brasil de 2003
  • GP da Itália de 1971
  • GP da Espanha de 1981
  • GP da Bélgica de 1988
  • GP da Alemanha de 1957

GP do Brasil de 2008

Um domingo de tristes memórias para os torcedores brasileiros, mas, sem dúvidas, uma das melhores corridas da Fórmula 1 em todos os tempos. Assim, pode ser definido o GP do Brasil de 2008.

Correndo em casa, Felipe Massa esteve perto de se tornar o quarto piloto brasileiro a ser campeão da F1. Ele dominou a corrida com sua Ferrari e conquistou a vitória, mas só isso não bastava para o título. Era preciso que Lewis Hamilton chegasse em sexto. 

Esse cenário se concretizou por 30 segundos. No entanto, na última curva, Hamilton ultrapassou o alemão Timo Glock, que não resistiu aos ataques ao manter pneus de chuva na pista seca.

A vitória foi amarga para Felipe Massa, enquanto Lewis Hamilton comemorou o seu primeiro título mundial com o quinto lugar.

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GP da Austrália de 1986

Em 1986, três dos maiores pilotos da F1 em todos os tempos chegaram à última corrida do chances de título. Nigel Mansell, Alain Prost e Nelson Piquet brigavam para serem campeões, sendo que o francês era o azarão nesta disputa. 

Mansell fez a pole position, mas não conseguiu manter a primeira colocação. Companheiro de equipe de Prost, Keke Rosberg assumiu a ponta.

Porém, a McLaren de Rosberg quebrou e, assim, Mansell pôde recuperar a ponta, ficando mais perto do título. 

A conquista do britânico parecia sacramentada, mas um pneu furado o tirou da disputa. A chance de ser campeão ficou nas mãos de seu companheiro na Williams, o brasileiro Nelson Piquet.

O título acabou decidido pela relutância de Nelson Piquet em fazer um pit stop. O brasileiro perdeu a primeira colocação para Prost, que comemorou seu primeiro título na Fórmula 1.

O francês encerrou a temporada com dois pontos de vantagem sobre Mansell, enquanto Piquet ficou em terceiro.

GP do Brasil de 2012

Em 2012, Interlagos foi mais uma vez o palco da decisão do título da Fórmula 1. Sebastian Vettel, da Red Bull, e Fernando Alonso, da Ferrari, foram os protagonistas da disputa. 

O alemão chegou ao Brasil com 13 pontos de vantagem para o espanhol. Porém, logo na primeira volta, Vettel sofreu um ataque do brasileiro Bruno Senna, da Williams. O piloto da Red Bull caiu para último.

Alonso chegou em segundo, atrás de Jenson Button, da McLaren. Já Vettel fez uma corrida de recuperação, terminou o GP do Brasil em sexto e levou o título por três pontos.

GP do Canadá de 2011

O GP do Canadá de 2011 foi a corrida mais longa da história da Fórmula 1, com 4 horas e 4 minutos de duração. 

Em uma incrível recuperação, Jenson Button foi o vencedor, depois de choques com Lewis Hamilton e Fernando Alonso, além de uma punição. Em 33 voltas, o britânico foi de último para primeiro, com direito a ultrapassagem sobre Sebastian Vettel na última volta.

Além dos acidentes envolvendo Button, a prova foi marcada por um temporal, que provocou uma das quatro entradas de do safety car ao longo da corrida. Foi preciso esperar uma paralisação de uma hora e 56 minutos para permitir que a água escoasse.

GP da Grã-Bretanha de 1987

Nigel Mansell e Nelson Piquet eram companheiros de equipe na Williams em 1987 e foram os principais concorrentes ao título. 

No GP da Inglaterra, o brasileiro largou na pole position, enquanto o britânico ficou com o segundo lugar no grid. 

Depois de um problema técnico, Mansell voltou a 29 segundos de Piquet e, mesmo assim, conseguiu buscar a vitória. O que ele precisou fazer? Foram impressionantes 11 melhores voltas, estabelecendo um recorde.

Na penúltima volta, Mansell ultrapassou Piquet, para o êxtase da torcida britânica.

GP de Abu Dhabi de 2010

Pela primeira vez na história, quatro pilotos chegaram à última corrida da temporada com chances de título: Sebastian Vettel e Mark Webber, da Red Bull, Fernando Alonso, da Ferrari, e Lewis Hamilton, da McLaren.

Alonso e Webber ficaram apenas em sétimo e oitavo, respectivamente. Lewis Hamilton foi o segundo, mas não foi o suficiente para levar seu bicampeonato.

O título ficou com Sebastian Vettel, que ainda não havia liderado o campeonato naquele ano. A conquista em Abu Dhabi levou o alemão à ponta da classificação e ao título. De quebra, a Red Bull ainda levou o Mundial de Construtores.

GP de Mônaco de 1992

No GP de Mônaco de 1992, o cenário era amplamente favorável a uma vitória de Nigel Mansell. O britânico havia vencido todas as cinco primeiras corridas da temporada e fez a pole position.

Mansell liderava a corrida com tranquilidade, mas um problema em uma de suas rodas o levou aos boxes. Ele voltou cinco segundos atrás de Ayrton Senna.

Com um motor mais potente, o britânico rapidamente colou no brasileiro e estabeleceu uma das mais memoráveis perseguições da história da Fórmula 1.

Senna resistiu aos ataques e conquistou a vitória com 0,2 segundos de vantagem, mostrando por que foi apelidado de Rei de Mônaco.

GP do Brasil de 2007

A temporada da Fórmula 1 terminou com uma impressionante vantagem de apenas um ponto entre o campeão e o terceiro colocado. Esse final incrível está atrelado ao que aconteceu no GP do Brasil.

Kimi Raikkonen, da Ferrari, brigava pelo título com Lewis Hamilton e Fernando Alonso, da McLaren. A pole ficou com Felipe Massa, também da Ferrari, o que seria um bom fator para aumentar as chances do finlandês ser ajudado pelo seu companheiro de equipe.

Além disso, na primeira volta, Hamilton cometeu um erro. Na oitava, uma falha técnica deixou o britânico ainda mais distante do seu primeiro título. Já Alonso não conseguiu acompanhar as Ferraris. 

Raikkonen precisava ganhar a corrida para levar o título, e a ultrapassagem sobre Felipe Massa veio nas paradas para reabastecimento.

GP da Alemanha 2019

Uma corrida com 105 ultrapassagens! Foi assim no GP da Alemanha de 2019. 

A última prova em Hockenheim antes de sua saída do calendário da Fórmula 1 precisou de quatro voltas de formação até que o safety car saísse da pista para a largada parada.

Logo na segunda volta, Sergio Perez bateu, provocando a entrada do safety car. Charles Leclerc se arriscou com pneus para pista seca e acabou batendo. Lewis Hamilton, que liderava, seguiu a mesma estratégia e também bateu, mas conseguiu levar o carro para os boxes.

Já Sebastian Vettel, que havia largado em 20º, fez uma brilhante corrida de recuperação, ultrapassou Kvyat e Stroll para delírio da torcida e ficou com o segundo lugar.

A vitória ficou com Max Verstappen, enquanto Daniil Kvyat ficou em terceiro, levando a Toro Rosso ao segundo pódio de sua história na F1.

GP da Europa de 1997

Em 1997, o GP da Europa, disputado no circuito espanhol de Jerez de la Frontera, foi a última prova do calendário da F1.

Michael Schumacher tentava seu primeiro título pela Ferrari, com Jacques Villeneuve, apenas em sua segunda temporada na categoria, como seu principal adversário. 

Na formação do grid, houve um empate triplo do tempo pela pole position. Villeneuve e Schumacher, além de Heinz-Harald Frentzen, fizeram exatamente o mesmo tempo: 1min21s072. O canadense, que havia registrado a marca primeiro, ficou com o direito de largar na frente.

Numa atitude controversa, na 48ª volta, Michael Schumacher jogou o carro para cima de Jacques Villeneuve. O alemão deixou a pista e não completou a corrida, enquanto o piloto da Williams seguiu no GP e ficou com o título.

O Conselho Mundial da FIA julgou a ação de Schumacher como antidesportiva e tirou dele o vice-campeonato de 1997.

 

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GP do Japão de 1988

O GP do Japão de 1988 marcou a conquista do primeiro título mundial de Ayrton Senna, com uma brilhante corrida do brasileiro.

Senna brigava pelo título com seu companheiro de equipe Alain Prost. No Japão, o brasileiro largou na pole position, mas, logo na largada, o motor falhou e ele foi para o final do grid.

Com uma incrível recuperação, Senna aproveitou a potência do motor Williams para ultrapassar todos à sua frente e chegar até Prost na 20ª volta.

O brasileiro superou o francês na reta dos boxes e foi campeão mundial de 1988.

GP da Europa de 1993

O GP da Europa de 1993 é uma das melhores corridas da Fórmula 1 em todos os tempos, além de ser considerada uma das maiores apresentações de um piloto. 

Os carros da Williams, de Alain Prost e Damon Hill, ficaram na primeira linha do grid. Michael Schumacher largou em terceiro, enquanto Ayrton Senna ficou com a quarta colocação.

Na larga, Schumacher bloqueou Senna, e os dois foram ultrapassados por Karl Wendlinger. 

Foi então que começou o show de Senna, com ultrapassagens em sequência sobre Schumacher e Wendlinger.

O brasileiro partiu para cima de Hill e, na curva sete, assumiu a segunda colocação. 

Na penúltima curva, foi a vez de Senna superar Prost e assumiu a liderança da prova, para não perdê-la mais até a bandeirada

GP da Alemanha de 2000

O dia 30 de junho de 2000 marcou a primeira vitória de 11 conquistadas por Rubens Barrichello na Fórmula 1. Para subir no lugar mais alto do pódio, o brasileiro precisou de uma apresentação espectacular no GP da Alemanha.

O brasileiro, que estava em seu primeiro ano de Ferrari, enfrentou problemas elétricos com seu carro no treino classificatório e largou apenas na 18ª colocação. 

Rubinho decidiu iniciar a prova com pouco combustível, para ter o carro mais leve. A estratégia deu certo e ele já era o terceiro colocado na 15ª volta.

Atrás apenas das McLarens de Mika Hakkinen e David Coulthard, Barrichello encostou na dupla quando um homem invadiu a pista para protestar contra a Mercedes e causou a entrada do safety car.

Com forte chuva na relargada, enquanto os rivais buscavam pneus para a chuva, o brasileiro não fez a troca, apostando na possibilidade de ganhar vantagem com sua Ferrari nos trechos de pista seca. Assim, ele assumiu a liderança.

A chuva seguiu até o fim, e Barrichello precisou guiar com destreza para evitar a aproximação das McLarens. No pódio, ele não conteve as lágrimas.

GP do Japão de 2005

O GP do Japão de 2005 comprovou todo o talento de Kimi Raikkonen. O finlandês foi prejudicado por um forte temporal na classificação e largou apenas em 17º.

O “Homem de Gelo” ganhou posições nas paradas nos boxes e passou a vislumbrar a chance de brigar pelo pódio. 

Quando faltavam apenas oito voltas para o final da corrida, o piloto da McLaren saltou para o segundo lugar a 5,4s de Giancarlo Fisichella da Renault.

A distância parecia impossibilitar qualquer chance de vitória, mas Raikkonen continuou na perseguição. Em quatro voltas, a desvantagem havia caído para apenas meio segundo.

O finlandês conseguiu ultrapassar Fisichella por fora na entrada da última volta, depois dos dois carros quase terem se tocado a mais de 300 km/hora, e garantiu a vitória.

GP do Azerbaijão de 2017

O GP do Azerbaijão de 2017 foi uma das corridas mais espetaculares dos últimos anos. 

Na briga pelo título daquela temporada, Lewis Hamilton e Sebastian Vettel protagonizaram uma briga com direito a choques e punições. 

Primeiro, o britânico reduziu a velocidade para se distanciar do safety car em uma das entradas do carro de segurança na prova. Assim, ele foi atingido na traseira pelo alemão. 

Irritado com a postura do rival, Vettel jogou o carro para cima de Hamilton, recebendo uma punição drive through de 10s.

A corrida teve ainda bandeira vermelha e mais entradas do safety car. Daniel Ricciardo que, largou da 10ª colocação, saiu ileso das diversas confusões e venceu o GP do Azerbaijão.

Valtteri Bottas, que chegou a ser o último após toque com Kimi Raikkonen na largada, ficou na segunda colocação ao ultrapassar Lance Stroll a metros da linha de chegada. Apesar disso, o canadense pôde comemorar seu primeiro pódio na Fórmula 1 aos 18 anos de idade.

GP do Brasil de 2003

O GP do Brasil de 2003 ficou marcado pela curva 3 de Interlagos. A chuva fez com que seis carros rodassem a batessem no mesmo local do circuito, incluindo Michael Schumacher.

Muito eficiente na pista molhada, Rubens Barrichello parecia que levaria a vitória. Porém, uma pane seca tirou o brasileiro da prova na volta 47. 

Na volta 54, Kimi Raikkonen errou e Giancarlo Fisichella assumiu a liderança. Logo depois, Mark Webber teve um grave acidente, deixando pedaços do carro espalhados pela pista. Fernando Alonso se chocou com os destroços e também bateu.

Houve bandeira vermelha e a corrida foi encerrada faltando duas voltas. Enquanto o carro de Fisichella pegou fogo na chegada aos boxes, a direção de prova indicou que Raikkonen era o vencedor.

O finlandês recebeu o troféu do GP do Brasil, mas o resultado foi revisto dias depois, e Fisichella foi declarado vencedor.

GP da Itália de 1971

A corrida de 1971 foi a última em Monza antes de serem implementadas chicanes no circuito para aumentar a segurança. 

As mudanças transformaram Monza. O GP da Itália de 1971 teve 26 mudanças na liderança, o que equivale a praticamente uma troca na primeira colocação a cada duas vezes.

Mas o que mais chamou atenção naquela corrida foi a vitória de Peter Grehin com apenas 0,01 segundo de vantagem sobre Ronnie Peterson. Essa é a menor distância entre o vencedor e o segundo colocado em uma corrida na história da F1.

Mais do que isso, a distância entre os cinco primeiros foi de apenas 0,61 segundo, com François Cevert, Mike Hailwood e Howden Ganley também próximos da vitória até a linha de chegada. 

Até o GP da Itália de 2003, a edição de 1971 era a corrida mais rápida já registrada, com uma velocidade média de mais de 150 km / h.

GP da Espanha de 1981

O GP da Espanha de 1981 foi a última vitória de Gilles Villeneuve na Fórmula 1 antes de sua trágica morte, menos de um ano depois. Aquela corrida também foi uma demonstração de todo o talento do canadense.

A estrela da Ferrari largou em sétimo com um carro considerado não muito competitivo para aquela temporada. Ao final da primeira volta, ele era o segundo e não demorou para alcançar a liderança, superando Alan Jones da Williams.

A partir daí, Villeneuve usava o poder da Ferrari das retas para evitar aproximação dos rivais. Inicialmente, era apenas Jacques Laffite, da Ligier, em sua perseguição. No fim da corrida, atrás da dupla, um pelotão incluía John Watson, Carlos Reutemann e Elio de Angelis.

Villeneuve suportou a pressão para colocar seu carro no lugar certo na hora certa e vencer o GP da Espanha por apenas 0,22 segundos. Pouco mais de um segundo separou os cinco primeiros.

GP da Bélgica de 1988

Sob uma chuva torrencial, a corrida em Spa em 1988 começou com um acidente envolvendo 13 carros.

No recomeço do GP da Bélgica, Damon Hill assumiu, mas logo foi ultrapassado por Michael Schumacher.

O alemão parecia perto de uma vitória fácil. No entanto, com a pouca visibilidade causada pela chuva, ele acertou a traseira de David Coulthard enquanto tentava dar uma volta no piloto da McLaren. Com o acidente, os dois deixaram a prova.

Schumacher ficou tão irritado que, na volta ao pit lane, tentou agredir fisicamente Coulthard invadindo a garagem da McLaren.

Hill retomou a liderança, mas foi rapidamente alcançado pelo companheiro de equipe de Jordan, o alemão Ralf Schumacher. 

O piloto britânico pressionou o chefe da equipe, Eddie Jordan, para impedir que Schumacher o pressionasse, alegando que havia o risco de ambos os pilotos colidirem e não conseguirem um resultado histórico.

Eddie Jordan cedeu e, depois de algumas mensagens de rádio, Schumacher obedeceu ao comando de não passar Hill, que ficou com a vitória.

GP da Alemanha de 1957

O GP da Alemanha marcou a última vitória de Juan Manuel Fangio e, possivelmente, a sua melhor corrida.

A principal ameaça de Fangio para a vitória foram os dois carros da Ferrari, com Mike Hawthorn e Peter Collins. Eles optaram por correr com tanques cheios sem pit stops. Já o argentino escolheu pneus macios e menos combustível, o obrigando a fazer uma parada nos boxes.

Na parada, o erro de um mecânico fez Fangio perder mais 30 segundos e ficar em terceiro lugar, 48 segundos atrás de Collins.

A partir daí, começou o show do piloto argentino da Maserati. Depois de fazer a melhor volta nove vezes em um intervalo de 10, ele alcançou as duas Ferraris na penúltima volta.

Ao ultrapassar Collins e Hawthorn, Fangio aproveitou a última volta na frente para garantir sua vitória. Com o triunfo, o argentino disse nunca ter corrido tão rápido em sua carreira.’

Com a última e impressionante vitória de Juan Manuel Fangio, encerramos a lista das 20 melhores corridas da Fórmula 1 em todos os tempos.

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*Última atualização em 13 de março de 2020

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